Mais de 45% da população vê piora na segurança no Governo Lula


Pesquisa aponta que 45,8% da população considera segurança pior

A percepção da segurança pública no Brasil durante o governo Lula
Operação policial no Rio de Janeiro. Foto: Reprodução

Pesquisa revela que 45,8% da população brasileira acredita que a segurança piorou desde o início do governo Lula.

Em 29 de outubro de 2025, uma pesquisa da Paraná Pesquisas revelou que 45,8% da população brasileira considera que a segurança pública piorou desde o início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento, divulgado nesta quarta-feira, mostra que 33,9% dos entrevistados afirmam que a situação da segurança permaneceu igual e apenas 17,2% acreditam que melhorou. Outros 3,1% não souberam ou preferiram não responder.

Detalhes da pesquisa

Realizada entre os dias 21 e 24 de outubro, a pesquisa envolveu 2.020 eleitores de 16 anos ou mais, distribuídos em 162 municípios dos 26 estados e do Distrito Federal. Com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais e grau de confiança de 95%, o estudo também revela variações regionais significativas. No Sudeste, 47,5% dos entrevistados consideram que a segurança piorou, enquanto no Sul esse índice é de 53,8%. No Nordeste, 39,9% afirmam que a situação piorou, enquanto no Norte e Centro-Oeste, 44,7% compartilham a mesma percepção.

Contexto e ações do governo

A segurança pública continua sendo uma preocupação central da população brasileira. O governo Lula tem buscado responder à demanda por medidas efetivas na área, como a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que visa ampliar o papel da União na formulação de políticas para o setor. A PEC propõe, entre outras coisas, a expansão das atribuições da Polícia Rodoviária Federal e a inclusão das guardas municipais no sistema nacional de segurança.

Megaoperação no Rio de Janeiro

A pesquisa foi divulgada em um contexto de intensificação das operações policiais no país. Uma megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, realizada na última terça-feira, resultou em 64 mortes, incluindo quatro policiais. Essa ação é considerada a mais letal da história do estado e envolveu cerca de 2.500 agentes. Durante a operação, foram apreendidos 75 fuzis e 81 prisões foram realizadas, destacando a urgência e a gravidade da situação de segurança no Brasil.


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