Levantamentos Datafolha, Quaest e CNT/MDA indicam vantagem numérica do candidato do PL

A uma semana do segundo turno presidencial de 2026, pesquisas Datafolha, Quaest e CNT/MDA indicam empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), com leve vantagem numérica para o candidato do PL.
A uma semana do segundo turno das eleições presidenciais de 2026, os principais institutos de pesquisa apresentam empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Levantamentos divulgados pelo Datafolha, Quaest e CNT/MDA indicam leve vantagem numérica para o candidato do PL, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Resultados dos principais institutos
O Datafolha, divulgado em 15 de outubro, indica 47% para Flávio Bolsonaro e 45% para Lula, com 6% de votos nulos ou brancos e 2% de indecisos. Em votos válidos, Flávio soma 51%, contra 49% de Lula.
A pesquisa Quaest de 14 de outubro mostra 46% para Flávio e 44% para Lula, com 9% de nulo/branco e 1% de indecisos, sem detalhar votos válidos.
O levantamento da CNT/MDA, divulgado em 16 de outubro, aponta 46,8% para Flávio e 45,9% para Lula, com 4,9% de nulo/branco e 2,4% indecisos. Considerando votos válidos, Flávio tem 50,5% e Lula 49,5%.
Comparativo com 2022
Nas eleições de 2022, a pesquisa Datafolha a uma semana do segundo turno mostrava Lula à frente do então presidente Jair Bolsonaro, com 49% contra 45%, diferença que se manteve até a apuração final, quando Lula venceu com 50,9% dos votos válidos.
Já nas pesquisas Quaest e CNT/MDA de 2022, Lula também aparecia com vantagem sobre Jair Bolsonaro, indicando cenário diferente do atual, em que Flávio Bolsonaro lidera numericamente, porém tecnicamente empatado com Lula.
Contexto da campanha
Flávio Bolsonaro, que terminou o primeiro turno na frente, conta com o apoio de candidatos derrotados como Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), além de partidos do centrão. Lula concentra esforços em atrair eleitores ausentes na primeira votação e em propostas populares, como o fim da escala 6×1, tarifa zero nos finais de semana e aumento do limite para microempreendedores individuais.
A disputa segue acirrada e o resultado final dependerá do desempenho dos candidatos nas próximas ações de campanha e na mobilização do eleitorado até o dia da votação.





