Ministro Dario Durigan destaca crescimento das renegociações e operação do Fies para inadimplentes

Novo Desenrola alcança quase R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas, com forte avanço na regularização de inadimplentes.
Novo Desenrola aproxima-se de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas
O programa Novo Desenrola, conforme informado pelo ministro da Fazenda Dario Durigan em 11 de fevereiro de 2026, alcançou perto de R$ 1 bilhão em dívidas renegociadas. Atualmente, existem cerca de 200 mil pedidos em análise pelos bancos, dos quais 100 mil já estão praticamente concluídos. Essa expansão indica um avanço significativo na regularização financeira de inadimplentes.
Operação do Fies para inadimplentes entra em fase plena
Durigan ressaltou que o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para inadimplentes deve estar totalmente operativo ainda nesta semana. Essa medida, prevista na medida provisória aprovada na semana anterior, contou com o suporte conjunto do Ministério da Educação e da Fazenda para esclarecimento de dúvidas junto às instituições financeiras, possibilitando maior agilidade nas renegociações do setor educacional.
Governo planeja estímulos para adimplentes no Novo Desenrola
Além de focar na regularização dos inadimplentes, o ministro destacou que o governo pretende lançar incentivos para quem mantém os pagamentos em dia. A estratégia busca premiar a adimplência e fortalecer a cultura de cumprimento financeiro, fortalecendo a economia e reduzindo riscos de inadimplência futura.
Necessidade de votação no Congresso para redução de tributos sobre combustíveis
Dario Durigan enfatizou a importância da aprovação, pelo Congresso Nacional, de um projeto de lei complementar que permitirá converter aumentos de receita em redução de tributos sobre combustíveis. Essa medida deve aliviar o impacto dos preços para os consumidores e contribuir para o equilíbrio fiscal.
Impactos econômicos do Novo Desenrola e políticas associadas
O avanço nas renegociações através do Novo Desenrola representa uma tentativa do governo federal de mitigar os efeitos da inadimplência em setores estratégicos da economia, especialmente educação e energia. A regularização das dívidas contribui para a recuperação do crédito e promove maior estabilidade financeira, beneficiando tanto credores quanto devedores.
Essa abordagem integrada, envolvendo medidas provisórias, colaboração interministerial e estímulos diretos, reflete o esforço governamental para modernizar a gestão das dívidas públicas e privadas. A continuidade do processo dependerá, porém, da resposta do Congresso em aprovar a legislação fiscal necessária para garantir ajustes tributários que impactam diretamente no custo de vida da população.









