Ex-primeira-dama e senadora Leila do Vôlei estão em empate técnico na corrida por duas vagas no Senado do Distrito Federal

Pesquisa Datafolha revela Michelle Bolsonaro na dianteira com 19% na disputa ao Senado pelo Distrito Federal, seguida de perto por Leila do Vôlei e com cenário ampliado entre concorrentes.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) lidera a corrida pelo Senado no Distrito Federal, conforme levantamento Datafolha divulgado nesta sexta-feira (21). Com 19% das intenções de voto no cenário estimulado, ela aparece tecnicamente empatada com a senadora Leila do Vôlei (PDT), que registra 16%. A disputa intensa revela um quadro aberto para as duas vagas em jogo.
Disputa apertada e indefinição no Distrito Federal
O Datafolha ouviu 910 eleitores em 28 regiões administrativas do Distrito Federal entre os dias 18 e 21 de dezembro, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. Além das duas líderes, aparecem na sequência Erika Kokay (PT) com 12% e Bia Kicis (PL) com 11%. Considerando a margem de erro, Leila do Vôlei também está tecnicamente empatada com elas, ampliando a imprevisibilidade da eleição.
Candidatos como Sebastião Coelho (Novo), Ronaldo Fonseca (PSD), Tiago (Agir) e Professor Guilherme Amorim (UP) aparecem com intenções de voto inferiores a 3%, não ameaçando a liderança momentânea, mas contribuindo para um cenário fragmentado.
Contexto político e impacto para 2026
A eleição de 2026 abrirá duas das três cadeiras do Distrito Federal no Senado, com cada eleitor podendo votar em dois candidatos diferentes. Os dois mais votados garantem mandatos de oito anos.
Esse ambiente mostra uma disputa marcada por equilíbrio e indefinição, com os principais nomes travando uma batalha acirrada que pode ser influenciada por movimentos políticos, apoios e o comportamento do eleitorado até o pleito.
A presença de Michelle Bolsonaro na liderança da corrida reafirma a influência do bolsonarismo em alguns polos eleitorais, enquanto Leila do Vôlei e as outras concorrentes mantêm a pressão para conquistar os eleitores no Distrito Federal.
O panorama segue dinâmico, com as candidaturas buscando consolidar posições diante da margem estreita e da elevada parcela de eleitores ainda indecisos.








