Intoxicação por falsa couve afeta quatro pessoas em Minas Gerais


Na quarta-feira (9), quatro pessoas de uma mesma família passaram mal em Patrocínio, Minas Gerais, após ingerirem uma planta tóxica conhecida como "falsa couve" em um almoço. Dois pacientes estão internados em estado grave, incluindo um homem de 60 anos em coma induzido. A secretária de Saúde local informou que as vítimas apresentaram dificuldades respiratórias e musculares 40 minutos após a refeição. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, com amostras da planta sendo analisadas pela Vigilância Sanitária.

Intoxicação por falsa couve afeta quatro pessoas em Minas Gerais
M de planta ingerida por família em Minas Gerais – Reprodução/Rede Integração — Foto: Reprodução/Rede Integração

Quatro pessoas, incluindo um homem em coma induzido, estão internadas após ingerirem planta tóxica em almoço em Patrocínio, MG.

Na quarta-feira (9), quatro membros de uma mesma família apresentaram sintomas de intoxicação em Patrocínio, Minas Gerais, após consumirem uma planta tóxica chamada “falsa couve” em um almoço. O grupo ingeriu a planta refogada e começou a passar mal logo em seguida, levando ao socorro das vítimas por equipes do Corpo de Bombeiros e do Samu.

Situação dos pacientes internados

Segundo boletim médico divulgado neste domingo (12), um homem de 60 anos e uma mulher de 37 estão internados em estado grave. O homem, em coma induzido, depende de aparelhos para respirar, enquanto a mulher sofreu uma lesão cerebral e não despertou desde que foi socorrida. Outro homem, de 64 anos, apresenta quadro estável, e um homem de 67 anos recebeu alta um dia após a intoxicação.

Investigação e ações das autoridades

A secretária de Saúde de Patrocínio, Luciana Rocha Nunes, explicou que a intoxicação provavelmente ocorreu após a ingestão de uma planta chamada ‘couve brava’ (nicotiana glauca), colhida e servida no almoço. As quatro pessoas apresentaram dificuldades respiratórias e musculares cerca de 40 minutos após a refeição. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, e amostras da planta foram recolhidas para exames pela Vigilância Sanitária, com acompanhamento da Vigilância Epidemiológica de Minas Gerais.

Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br


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