Ibovespa retoma patamar de 147 mil pontos


O mercado financeiro se ajusta em meio a tensões nos EUA

Ibovespa retoma patamar de 147 mil pontos
Foto: InfoMoney

Ibovespa avança aos 147,2 mil pontos, enquanto o dólar comercial cai para R$ 5,31. Brasil apresenta taxa de desemprego de 5,6%.

Na manhã de 3 de outubro de 2023, o Ibovespa avançou aos 147,2 mil pontos, enquanto o dólar comercial caiu para R$ 5,31, refletindo um ajuste positivo no mercado financeiro. O Brasil também reportou uma taxa de desemprego estável de 5,6% nos três meses até agosto, segundo dados do IBGE, em meio a preocupações com a paralisação do governo dos EUA, prevista para começar nesta quarta-feira (1º).

Números e indicadores do caso

  • O Brasil teve um déficit primário de R$ 17,25 bilhões em agosto, superando as expectativas do mercado.
  • A taxa de desemprego se manteve em 5,6%, igual ao previsto por economistas.
  • A Vale Base Metals iniciou a operação de um novo forno de níquel, aumentando sua capacidade de produção em 60%, resultando em 270 novos empregos durante a fase de construção.

Cenário econômico

O dólar abriu a terça-feira em baixa, acompanhando a queda da moeda norte-americana no exterior, enquanto os investidores reagem à possibilidade de uma paralisação do governo dos EUA. A sessão no Brasil é marcada pela definição da taxa Ptax de fim de mês, o que tende a aumentar a volatilidade no mercado. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que a taxa de desemprego permanece estável, em linha com as projeções do mercado.

Desempenho das ações

No que diz respeito às ações, o Citi cortou a recomendação das ações do GPA de neutra/alto risco para venda. A WEG (WEGE3) teve uma queda acumulada de 31% no ano, enquanto o Ibovespa apresentou uma alta de 22% no mesmo período. O Itaú BBA observou que o desempenho da WEG está abaixo do esperado.

Expectativas futuras

Os investidores continuam a monitorar os desenvolvimentos relacionados à política dos EUA e suas implicações para a economia global. A continuidade do aumento das taxas de juros pelo Federal Reserve e a pressão inflacionária são pontos de atenção para os mercados.

Notícia feita com informações do portal: www.infomoney.com.br


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