Candidato do PL afirma foco no combate à corrupção para ajuste fiscal e mantém benefícios atrelados ao salário mínimo

Flávio Bolsonaro afirma que manterá reajuste das aposentadorias acima da inflação e não fará cortes nos benefícios previdenciários ou assistenciais, apostando no combate à corrupção para ajustes fiscais.
O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, declarou em 8 de outubro que não promoverá cortes nas aposentadorias e manterá reajustes acima da inflação. Após reunião que consolidou o apoio do Podemos à sua candidatura, ele explicou que não pretende desvincular benefícios previdenciários e assistenciais, como o BPC, do salário mínimo.
Flávio destacou: “Eu não vou fazer economia em cima de quem precisa das pessoas mais carentes desse Brasil. Aposentado, fique tranquilo, não caia nessa fake news do PT dizendo que eu vou acabar com um reajuste aposentado”.
A proposta de manutenção dos benefícios representa desafio diante da meta de ajuste fiscal da campanha, que estima economizar cerca de 1,5% do PIB, equivalente a R$ 200 bilhões. A Previdência Federal tem previsão de gastos de R$ 1,2 trilhão com benefícios em 2025.
Atualmente, aposentadorias no valor do salário mínimo contam com reajuste real, enquanto benefícios superiores a esse valor são corrigidos pela inflação medida pelo INPC.
Além disso, Flávio Bolsonaro afirmou que a economia será buscada pelo combate à corrupção e a contratos superfaturados, criticando a gestão atual: “O Brasil é riquíssimo e tem muito de onde tirar, a começar com o combate à corrupção desse governo aí”.
Ele também mencionou que estatais tiveram resultados financeiros significativamente piores sob a atual administração, ressaltando a necessidade de contenção de desperdícios públicos para um governo eficiente.
Essas declarações reforçam que a estratégia de ajuste fiscal da campanha do PL prioriza a preservação dos direitos dos aposentados e assistidos, buscando cortes em outras áreas do setor público.
Fonte: metropoles.com









