Ex-craque português acusa presidente da Fifa de desonestidade e avarícia, pede renúncia imediata

Luís Figo detonou Gianni Infantino, presidente da Fifa, acusando-o de mentir e buscar lucro próprio com plano de investimento privado no futebol. O ex-jogador pede a saída imediata do mandatário, destacando histórico de decisões controversas que prejudicaram o esporte.
Figo desmascara Infantino e exige fim imediato na Fifa
Luís Figo, ícone do futebol português, não poupou palavras para criticar o presidente da Fifa, Gianni Infantino, em artigo duro publicado no Daily Mail. O ex-craque acusou Infantino de agir com desonestidade e egoísmo, ao tentar abrir o futebol para investimento privado, sem transparência ou diálogo com os membros da entidade.
Figo questionou os motivos do silêncio da Fifa diante de um plano que promete benefícios, mas esconde riscos e interesses pessoais. “Se era uma ideia tão boa, por que não avisaram os membros quando os tinham reunido numa sala antes da final da Copa do Mundo?”, provocou o ex-jogador, destacando ainda o salário de US$ 30 milhões que Infantino pode garantir para si após deixar o cargo.
Histórico manchado e decisões controversas
O português não poupou críticas ao histórico de Infantino, lembrando episódios em que o mandatário cometeu abusos contra a reputação do futebol. Entre eles, suspensões e reversões disciplinares arbitrárias, além de manipulações durante eventos de grande porte, como a Copa do Mundo.
Figo acusa Infantino de usar o cargo para favorecer amigos e garantir empregos bem remunerados, prejudicando a transparência e a ética da entidade máxima do futebol.
Pedido direto: Infantino deve sair
Ao final do artigo, Figo foi categórico: “Infantino desonrou o cargo de presidente da Fifa, que ele prometeu elevar. Ele mentiu, enganou e tentou encher os próprios bolsos às custas do esporte que deveria servir.” O ex-jogador concluiu que “não é tarde para salvar o futebol, mas é tarde para salvar sua dignidade. Ele deveria ir. Agora.”
A pressão pública cresce diante das denúncias graves que expõem o desgaste do comando de Infantino na Fifa. O futebol, palco de paixões e negócios bilionários, enfrenta novo embate entre transparência e interesses obscuros.









