Levantamento mostra Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 34% no primeiro turno, e 43% a 42% no segundo turno

Pesquisa Indexa/Broadcast com 2.000 entrevistados indica empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais de 2026, com vantagem mínima e dentro da margem de erro.
O instituto Indexa, em parceria com o Broadcast, divulgou no dia 30 de setembro de 2026 pesquisa sobre as intenções de voto para presidente da República nas eleições de 2026. O levantamento, realizado com 2.000 entrevistados entre 27 e 29 de setembro, apresenta os seguintes resultados no cenário estimulado de primeiro turno: Lula (PT) aparece com 39%, Flávio Bolsonaro (PL) com 34%, Ronaldo Caiado (PSD) e o escritor Augusto Cury (Avante) com 4% cada. Outros candidatos somam percentuais menores, enquanto votos em branco, nulos e indecisos representam cerca de 15% do total.
Cenário de primeiro turno
Lula lidera com 39%, seguido de Flávio Bolsonaro com 34%, diferença de apenas 0,6 ponto percentual, dentro da margem de erro de 2,2 pontos. Outros candidatos aparecem com menor expressão nas intenções de voto.
Simulação de segundo turno
Em cinco cenários avaliados, o placar entre Lula e Flávio Bolsonaro é de empate técnico: 43% para Lula e 42% para Flávio. Simulações com outros adversários mostram polarização semelhante, com Lula mantendo percentual na casa dos 40%, enquanto os concorrentes oscilam entre 36% e 40%.
Metodologia
A pesquisa foi realizada com 2.000 eleitores, de 27 a 29 de setembro, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob número BR-00698/2026. A pesquisa foi contratada pela Agência Estado S.A.
Contexto e uso da pesquisa
A Gazeta do Povo publica análises de pesquisas eleitorais para oferecer leitura atualizada do cenário político. É importante considerar que pesquisas refletem o momento da coleta e podem variar conforme metodologia, amostra e formulação das perguntas. Resultados são ferramentas informativas para partidos, lideranças políticas e mercado financeiro, e não previsão definitiva do resultado das eleições.
Fonte: gazetadopovo.com.br









