Um levantamento exclusivo da Coluna, com base em dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, revela um cenário preocupante em 2025: 129 agentes de segurança foram vítimas de morte violenta no Brasil até agosto. Os números expõem a vulnerabilidade enfrentada por esses profissionais em todo o país e acendem o debate sobre a necessidade de medidas urgentes para proteger aqueles que zelam pela segurança da população.
O Rio de Janeiro lidera o ranking dos estados com o maior número de ocorrências, contabilizando 55 mortes. São Paulo, com 18 casos, e Pará, com 12, também figuram entre as unidades federativas mais afetadas. A Polícia Militar é a categoria profissional mais atingida, com 81 vítimas, seguida pela Polícia Penal e Polícia Civil, ambas com 18 registros. A disparidade de gênero também chama a atenção, com apenas quatro mulheres entre os 129 assassinatos.
Dos 27 estados brasileiros, apenas 10 não registraram incidentes fatais contra agentes de segurança, evidenciando que a violência se alastra por grande parte do território nacional. Esse dado reforça a urgência de políticas públicas eficazes e coordenadas entre os entes federativos para combater essa crescente ameaça. “A segurança dos nossos agentes deve ser prioridade máxima”, afirma um especialista em segurança pública, que preferiu não se identificar.
Enquanto isso, em Brasília, a vice-governadora Celina Leão assume o governo do Distrito Federal interinamente, entre 11 e 18 de outubro, durante um breve período de descanso do Governador Ibaneis Rocha. A medida é vista como um “ensaio” para uma possível futura gestão de Leão, que é cotada como sucessora no Palácio do Buriti. A oposição, por sua vez, aposta em depoimentos de figuras secundárias na CPMI do INSS para alcançar os “peixes grandes”, estratégia similar à utilizada em CPIs que marcaram a história política brasileira.
No âmbito internacional, o senador Nelsinho Trad busca o apoio do Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, para incluir a Comissão Temporária Externa Brasil–EUA nas negociações sobre tarifas com os Estados Unidos. Paralelamente, um apelo do diretor da América Latina do Ministério dos Assuntos Exteriores da Áustria, Thomas Mühlmann, às autoridades brasileiras, visa o engajamento do Brasil na resolução do conflito entre Rússia e Ucrânia, priorizando o suporte ao país agredido.
Em outra frente, um estudo da United Way Brasil revela um crescimento significativo na renda mensal de jovens periféricos de São Paulo, impulsionado por um programa de desenvolvimento. A renda média saltou de R$ 912,06 para R$ 1.567,26 em cinco anos, acompanhada por uma redução na taxa de jovens fora do mercado de trabalho. Por fim, a Coluna esclarece que, ao contrário do publicado anteriormente, a Riachuelo não possui fábrica no Paraguai, mantendo sua produção concentrada no Rio Grande do Norte.
Fonte: http://www.folhabv.com.br










