Ministro Flávio Dino destaca contribuição do ex-ajudante de ordens
Flávio Dino, ministro do STF, destaca que Mauro Cid colaborou com a investigação sobre a tentativa de golpe de Estado.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino declarou nesta terça-feira (9) durante seu voto no processo que apura uma tentativa de golpe de Estado no país que o tenente-coronel Mauro Cid colaborou com o caso e ajudou a esclarecer os fatos da investigação. Cid, ex-ajudante de ordens do também réu Jair Bolsonaro (PL), assinou um acordo de colaboração premiada junto ao MPF (Ministério Público Federal).
O que foi dito durante a sessão
Dino afirmou que a colaboração de Mauro Cid atendeu aos objetivos de esclarecer os fatos e de utilidade para a investigação. “A mesma coisa em relação ao seu Mauro Cid, que votei posteriormente a quilatar no grau máximo quanto possível os benefícios a ele referindo, porque considero que a colaboração atendeu os seus objetivos, de esclarecimento dos fatos e de utilidade para a investigação e elucidação de outros elementos fáticos e humanos dessa cadeia criminosa. Então, o Mauro Cid também atuou”, disse o ministro.
Os réus envolvidos na investigação
Além do ex-presidente Jair Bolsonaro, outros nomes relevantes do plano de golpe foram mencionados, incluindo Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Souza Braga Netto. Todos respondem na Suprema Corte a cinco crimes, incluindo organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Datas do julgamento
Para esta semana, foram reservadas quatro datas para as sessões do julgamento, que ocorrerão em horários específicos:
- 9 de setembro, terça-feira, 9h às 12h e 14h às 19h;
- 10 de setembro, quarta-feira, 9h às 12h;
- 11 de setembro, quinta-feira, 9h às 12h e 14h às 19h;
- 12 de setembro, sexta-feira, 9h às 12h e 14h às 19h.
O desfecho das audiências e os desdobramentos da investigação ainda são aguardados com expectativa.










