Crescimento do PIB em 2025: perspectivas e desafios

O PIB brasileiro deve crescer 2,1% em 2025, impulsionado por inflação contida e emprego forte.
Instituto busca suspender indicação de Messias por desequilíbrio de gênero no STF

Instituto Movad entra com ação para suspender indicação de Jorge Messias ao STF, pedindo nomeação de mulher.
Governo se posiciona contra parecer que mantém escala 6×1 em meio a debate sobre jornada de 40 horas

O governo federal, por meio de seus ministros, expressou forte oposição ao parecer do deputado Luiz Gastão (PSD-CE) que preserva a escala de trabalho 6×1, mesmo com a proposta de redução da jornada semanal para 40 horas. A manifestação ocorreu nesta terça-feira (2), véspera da votação do texto em uma subcomissão da Câmara dos Deputados, reacendendo o debate sobre a qualidade de vida dos trabalhadores. Caso aprovado na subcomissão, o parecer seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde será novamente avaliado. A articulação do governo visa influenciar o resultado da votação, buscando derrubar a manutenção da escala 6×1 e priorizar o bem-estar dos trabalhadores. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, enfatizou a importância de garantir tempo para lazer e família, além da simples redução da jornada. “O governo quer aqui reafirmar aos parlamentares que a nossa posição é de fim da escala 6 por 1. Nós entendemos que tem que ter qualidade de vida na vida dos trabalhadores”, declarou Gleisi Hoffmann, ressaltando o compromisso do governo com a causa. A ministra destacou que a medida visa proporcionar aos trabalhadores tempo para resolver seus problemas pessoais e desfrutar de momentos de lazer com a família. O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, acompanhado de outros parlamentares engajados na causa, como o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e a deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), reforçou a surpresa com o relatório da subcomissão e a determinação em defender o fim da escala 6×1. “Nós fomos surpreendidos pelo relatório da subcomissão. Então, vamos seguir defendendo essa posição do fim da escala de trabalho 6×1, sem redução do salário, no Parlamento, na sociedade, nas ruas, e dialogar com o conjunto dos parlamentares”, afirmou Boulos. Boulos ainda destacou o amplo apoio popular à proposta, mencionando pesquisas que indicam aprovação de mais de 70% da população brasileira. A articulação do governo, portanto, busca alinhar a legislação trabalhista com as expectativas da sociedade, promovendo uma jornada de trabalho mais equilibrada e que priorize a qualidade de vida dos trabalhadores. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br
Timemania: Prêmio estimado de R$ 56,5 milhões e resultados do concurso 2326

Timemania sorteia prêmio de R$ 56,5 milhões; veja os números e o time do coração.
Professora australiana é presa após relações com aluno de 15 anos

Professora de 37 anos é presa após confessar ter relações com aluno de 15 em Newcastle, Austrália.
Fenaj e sindicatos criticam contratação de Datena na EBC

Fenaj e sindicatos repudiam a chegada de Datena à EBC, citando desrespeito aos direitos humanos.
Cafés premiados em Apucarana destacam qualidade da cafeicultura regional

Cafés especiais da região de Apucarana são premiados em seminário que destaca qualidade e inovação na cafeicultura.
Barry Company investe em novelas para celular com conteúdo vertical

Barry Company lança novo núcleo para produzir novelas e conteúdos verticais para celular.
Distrito Federal endurece lei contra ‘cura gay’ com novas punições

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (2), o Projeto de Lei 312/2023, que visa punir severamente indivíduos e instituições que promovam as chamadas “terapias de conversão” para pessoas LGBTQIAP+. A medida busca proteger essa população de práticas consideradas discriminatórias e prejudiciais. A nova legislação, proposta pelo deputado Fábio Felix (PSol), define como “esforços de conversão” qualquer tentativa de alterar a orientação sexual ou identidade de gênero de um indivíduo. A lei caracteriza essas ações como charlatanismo, reforçando o entendimento de que tais práticas patologizam a existência de pessoas LGBTQIAP+. Entre as práticas puníveis, a lei lista a submissão de indivíduos a internações forçadas, castigos físicos e chantagens emocionais. Sessões de aconselhamento com o objetivo de alterar a orientação sexual, isolamento social e até mesmo a extorsão também se enquadram como crimes. A promoção e anúncio desses serviços também estão proibidos, bem como a obtenção de vantagens materiais diretas ou indiretas. As sanções administrativas previstas na lei incluem multas a partir de três salários mínimos, com progressão em caso de reincidência. Em situações mais graves, as penalidades podem chegar à suspensão da licença de funcionamento e, na quinta infração, à cassação definitiva do alvará do estabelecimento. A lei também prevê o aumento do valor das multas em até dez vezes quando a vítima for menor de 18 anos. A iniciativa está em consonância com o posicionamento de órgãos de saúde e conselhos profissionais, como o Conselho Federal de Psicologia (CFP) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), que há anos desclassificaram a homossexualidade e a transexualidade como transtornos. “O objetivo principal da lei é garantir a proteção integral dos direitos das pessoas LGBTQIAP+, coibindo práticas que são comprovadamente prejudiciais à saúde física, mental e social”, ressaltou o deputado Fábio Felix. Fonte: http://jornaldebrasilia.com.br
Marcelo Mirisola fala sobre liberdade e ar puro no lançamento de ‘Mesa 5’

Marcelo Mirisola fala sobre liberdade de expressão no lançamento de sua nova peça ‘Mesa 5’, prevista para estrear em 2026.