Tribunal aprova somente oito entidades para monitorar o pleito geral no Brasil

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recusou o credenciamento de 14 organizações internacionais para observar as eleições gerais de 2026 no Brasil, aprovando apenas oito entidades para a missão.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o credenciamento de 14 observadores internacionais para acompanhar as eleições gerais brasileiras de 2026. Entre as organizações barradas estão o Foro Madrid, ligado ao partido espanhol Vox, e a Alternativa Democrática Nacional (ADN), de Portugal, ambas associadas a grupos ultranacionalistas. Também ficaram de fora entidades como Transparencia Electoral, sediada em Buenos Aires, dedicada à integridade eleitoral na América Latina, e o Eurolat Global Democracy Forum, da Espanha.
Entidades autorizadas
O TSE aprovou a participação de oito instituições para a missão de observação eleitoral, incluindo a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul), a União Europeia, a Liga dos Estados Árabes, a Rede dos Órgãos Jurisdicionais e de Administração Eleitoral dos Países de Língua Portuguesa (Roaje-CPLP), a União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore), a Rede Mundial de Justiça Eleitoral (RMJE) e o The Carter Center, vinculado ao ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter.
Papel dos observadores
Os observadores internacionais acompanham de forma independente todas as etapas do processo eleitoral para garantir transparência e confiabilidade ao pleito. A decisão do TSE visa assegurar que as organizações participantes atendam aos critérios estabelecidos pela Corte para atuação no Brasil.
O Tribunal mantém diálogo com embaixadores de países com representação no Brasil para tratar dos processos eleitorais e garantir o cumprimento das normas brasileiras.
Fonte: metropoles.com









