Empresário e pioneiro da cena eletrônica em SC foi encontrado sem sinais de violência

Ricardo Flores, ex-sócio do Greenvalley, foi encontrado morto em Balneário Camboriú, sem sinais aparentes de violência.
Ricardo Flores encontrado morto em Balneário Camboriú
Na manhã desta quinta-feira (27), o empresário Ricardo Flores, ex-sócio do Greenvalley e uma figura fundamental na cena eletrônica de Santa Catarina, foi encontrado morto em sua residência na área central de Balneário Camboriú. A descoberta do corpo se deu em meio a um clima de perplexidade entre admiradores e profissionais do setor, que lamentaram sua morte nas redes sociais.
A Polícia Militar, que atendeu à ocorrência, informou que o corpo de Flores não apresentava sinais aparentes de violência. A Polícia Científica foi acionada para realizar os procedimentos periciais necessários a fim de determinar a causa da morte do empresário. Este fato levanta questões sobre as circunstâncias que cercam o falecimento de uma personalidade tão influente no meio.
Contribuições de Ricardo para a música eletrônica
Ricardo Flores não era apenas um empresário; ele era um visionário do entretenimento. Com mais de duas décadas de experiência no setor, Flores foi um dos responsáveis por organizar, em 2003, o primeiro grande festival de música eletrônica em Santa Catarina, evento que ajudou a projetar o estado no cenário internacional do gênero. Sua capacidade de unir talentos e promover festas inesquecíveis fez dele um nome respeitado e querido por muitos.
Nas redes sociais, a reação à sua morte foi imediata. Admiradores e colegas de profissão se manifestaram, fazendo questão de destacar a importância de Flores na evolução da música eletrônica no Brasil. “Foi fundamental para trazer Santa Catarina para o cenário eletrônico do mundo. Descanse em paz”, escreveu um internauta, enquanto outro expressou seus sentimentos: “Dia triste para a cena eletrônica brasileira. Meus pêsames aos familiares e amigos”.
O legado deixado por um ícone da música
A família de Ricardo Flores ainda não divulgou detalhes sobre o velório e o sepultamento. Apesar de se identificar como fundador da Green Valley nas redes sociais, a assessoria do clube esclareceu que ele foi sócio do empreendimento de 2009 a 2015. O legado de Flores, no entanto, transcende sua associação com um único local; ele deixou uma marca indelével na cultura musical do estado e do país.
Ricardo Flores será lembrado não apenas como um empresário, mas como um verdadeiro ícone da cena eletrônica brasileira. Seu impacto na música e na vida de muitos que o conheciam é inegável, e sua partida deixa um vazio que será sentido por muito tempo.
Fonte: tnonline.uol.com.br










