Gelada manhã em General Carneiro contrasta com previsão de calor extremo no fim do mês

O Paraná enfrenta um domingo de temperaturas negativas, chegando a -2,8ºC em General Carneiro, no Sul, em meio a uma oscilação climática extrema. Enquanto isso, a previsão indica que o calor pode chegar a 35ºC no Estado ainda neste mês, com nova onda de frio prevista para setembro.
Paraná registra temperatura negativa em meio a contraste climático perigoso
O domingo, 23 de agosto, trouxe ao Paraná uma onda de frio incomum, com temperaturas que despencaram a -2,8ºC em General Carneiro, conforme dados do Simepar e do INMET. Essa queda acentuada ocorre a menos de um mês do início oficial da primavera, causando um impacto direto na rotina e na agricultura da região Sul do Estado. Palmas também registrou mínima perto do congelamento, com 0,7ºC, enquanto Guarapuava teve 2,4ºC. Curitiba, apesar do frio matinal de 9,4ºC, viu a manhã começar com nevoeiro espesso que se dissipou com o sol, mas a máxima não ultrapassou os 20ºC.
Calor extremo ameaça estabilidade climática no Paraná
A oscilação de temperaturas no Paraná não se limita a essa onda de frio. Dados recentes indicam que no final de agosto o Estado poderá enfrentar um calor intenso, com máximas previstas de até 35ºC em Paranavaí, e 30ºC em cidades como Curitiba, União da Vitória, Pato Branco e Francisco Beltrão. Esse sobe e desce abrupto configura uma gangorra térmica que traz riscos à saúde pública, à agricultura e pode pressionar sistemas de infraestrutura.
Nova onda de frio confirmada para setembro
Para agravar o quadro, a previsão do Simepar aponta retorno do frio já na primeira semana de setembro, com mínimas podendo chegar a 3ºC em municípios do Sul e Centro-Sul, e 8ºC em Curitiba. Essa dinâmica climática reforça um cenário de instabilidade preocupante e requer atenção das autoridades e da população para os efeitos adversos dessas variações bruscas.
O Paraná, portanto, encara um período marcado por extremos climáticos que desafiam a normalidade e exigem planejamento e adaptação urgente. A convivência entre geada e calor elevado num curto espaço de tempo expõe vulnerabilidades e pressiona políticas públicas no Estado.
Fonte: bemparana.com.br








