Religioso fala sobre sua trajetória musical e o uso do cachê recebido

Padre Juarez fala sobre sua carreira musical e esclarece se ficou rico com os cachês recebidos de shows pelo Brasil.
Padre Juarez fala sobre sua trajetória e os cachês dos shows
O padre Juarez, conhecido por sua simpatia e por seus shows pelo Brasil, foi recentemente questionado sobre se realmente ficou rico com os cachês que recebe. Em uma declaração sincera, o religioso negou que a fama e os eventos tenham lhe proporcionado riqueza. “Não, não ganhei dinheiro, não. Na verdade, o que eu recebia mesmo era um cachezinho pequenininho para as viagens e essas coisas, mas não fiquei rico, não”, afirmou ele.
O uso do cachê
Juarez explicou que o dinheiro recebido dos shows é destinado a cobrir os custos operacionais, como viagens e logística. Ele fez uma observação bem-humorada ao dizer: “Você acha que eu ando de moto porque eu gosto? É porque eu não tenho dinheiro, é baratinha”. Essas declarações revelam uma faceta mais próxima da realidade financeira do artista, que luta para equilibrar suas obrigações religiosas e artísticas.
A carreira musical inesperada
O religioso comentou que sua carreira na música surgiu de maneira inesperada. “Andei mais de 700 cidades fazendo shows, gravei sete CDs. Nunca tinha pensado em fazer isso”, disse. Juarez mencionou que, antes da música, ele já participava de programas na TV, como na Rede Vida e no Mulheres, da TV Gazeta. A ideia de gravar um CD surgiu como uma proposta que surpreendeu até mesmo a ele: “Na outra semana, falaram ‘nós já temos o estúdio marcado’. Levei um susto”.
Desafios da vida de artista
Após muitos shows e viagens, o padre decidiu interromper sua rotina intensa. “Andei muito, viajei por todo o país. Era muito bom, mas eu admiro esses artistas que aguentam esse dia a dia, porque é muito difícil. Tomei trauma de aeroporto. Não aguento mais essa coisa, dessa vida de vai para um lado, vai para o outro”, finalizou.
A vida religiosa e a influência na carreira
Padre Juarez nasceu em Lavras, Minas Gerais, e decidiu seguir a vida religiosa aos 18 anos. Ordenou-se em 1995 e, desde então, tem trabalhado em programas de TV, além de ter lançado músicas, sido indicado ao Grammy Latino e publicado livros sobre religião. Sua trajetória, marcada por desafios e conquistas, reflete a dedicação e o amor que tem pela sua fé e pela música.
Informações: Revista Caras
Fonte: tnonline.uol.com.br










