O homem por trás da saúde financeira do Paraná


Passou quase despercebido no Paraná um dado oficial do Tesouro Nacional, a partir do Relatório de Gestão Fiscal: seis estados e o Distrito Federal iniciaram 2026 sem recursos em caixa disponíveis — um retrato da fragilidade fiscal que ainda predomina no país. Não é projeção. São dados oficiais, declarados pelos próprios estados, que medem os recursos livres — ou seja, a real capacidade de pagar despesas e manter a máquina pública funcionando. Em boa parte do Brasil, falta caixa. No Paraná, sobra.


Mesmo sendo a quarta maior economia do país, o estado encerrou 2025 com a melhor situação de caixa do Brasil, com ampla vantagem — praticamente o dobro de São Paulo. Mais do que isso: investiu mais de R$ 7 bilhões no ano, mantém nota A+ na capacidade de pagamento e apresenta um dado raro — dívida líquida negativa superior a R$ 8 bilhões.
É um conjunto de indicadores difícil de encontrar no setor público brasileiro: liquidez, capacidade de investimento e baixo endividamento andando juntos. Nada disso é casual. Há comando político, mas o diferencial está na execução técnica. E esse diferencial tem nome: Norberto Ortigara. Mais do que um gestor, Ortigara se consolidou como o operador de um modelo fiscal consistente. Com perfil discreto e altamente técnico, ajudou a estruturar uma base econômica sólida — especialmente a partir do fortalecimento do agronegócio — que hoje se traduz em arrecadação robusta e previsível. Na Fazenda, foi além do controle de contas. Implantou uma lógica de gestão que gera poupança, preserva liquidez e garante capacidade Passou quase despercebido no Paraná um dado oficial do Tesouro Nacional, a partir do Relatório de Gestão Fiscal: seis estados e o Distrito Federal iniciaram 2026 sem recursos em caixa disponíveis — um retrato da fragilidade fiscal que ainda predomina no país. Não é projeção. São dados oficiais, declarados pelos próprios estados, que medem os recursos livres — ou seja, a real capacidade de pagar despesas e manter a máquina pública funcionando.
Em boa parte do Brasil, falta caixa. No Paraná, sobra.
Mesmo sendo a quarta maior economia do país, o estado encerrou 2025 com a melhor situação de caixa do Brasil, com ampla vantagem — praticamente o dobro de São Paulo. Mais do que isso: investiu mais de R$ 7 bilhões no ano, mantém nota A+ na capacidade de pagamento e apresenta um dado raro — dívida líquida negativa superior a R$ 8 bilhões.
É um conjunto de indicadores difícil de encontrar no setor público brasileiro: liquidez, capacidade de investimento e baixo endividamento andando juntos. Nada disso é casual.
Há comando político, mas o diferencial está na execução técnica.
E esse diferencial tem nome: Norberto Ortigara. Mais do que um gestor, Ortigara se consolidou como o operador de um modelo fiscal consistente. Com perfil discreto e altamente técnico, ajudou a estruturar uma base econômica sólida — especialmente a partir do fortalecimento do agronegócio — que hoje se traduz em arrecadação robusta e previsível.
Na Fazenda, foi além do controle de contas. Implantou uma lógica de gestão que gera poupança, preserva liquidez e garante capacidade.


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