Guilherme Batista afirma que atropelamento foi uma fatalidade após agressões

Motorista alega que atropelamento do motoboy foi uma fatalidade após uma discussão na Avenida Ipanema.
Motorista alega que atropelamento foi uma fatalidade
Guilherme Batista, suspeito de atropelar e matar o motociclista João Paulo Dias Dantas, de 25 anos, na Avenida Ipanema, em Sorocaba (SP), na quarta-feira (22), afirmou que a vítima não tinha relação com a briga que ocorreu no trânsito. Segundo ele, a situação escalou após um desentendimento com outro motociclista.
A defesa do motorista
Guilherme conta que, ao parar no trânsito, pediu desculpas e foi agredido. “As agressões começaram com pisadas no peito e mordidas. Eu estou bem machucado”, detalhou. Ele defende que não tinha intenção de atropelar João Paulo, considerando-o uma “fatalidade” ao tentar escapar das agressões. Após o incidente, ele se apresentou à polícia e registrou um boletim de ocorrência.
Investigação em andamento
O advogado de Guilherme, Jonas Ferreira de Araújo, informa que o delegado já identificou os agressores e que seu cliente se encontra em estado de choque. Segundo o advogado, ele terá que prestar depoimento sobre o ocorrido. “Foi uma tragédia que ele terá que responder, mesmo não sendo culpa dele”, afirmou.
Repercussão e ameaças
Guilherme revelou estar recebendo ameaças desde o atropelamento. O caso gerou comoção na cidade, com motociclistas protestando pelo velório de João Paulo. A situação levanta questões sobre a segurança no trânsito e a violência nas ruas de Sorocaba.










