Pastor discute a apreensão de seus pertences e alega retaliação política.

Pastor Silas Malafaia volta a acusar Alexandre de Moraes de perseguição política e religiosa.
O pastor Silas Malafaia voltou a se pronunciar sobre as ações do ministro do STF, Alexandre de Moraes, a quem chamou de ‘ditador de toga’. Em uma gravação divulgada recentemente, Malafaia expressou sua indignação em relação à apreensão de seu passaporte, celular e cadernos, ocorrida há 90 dias em uma operação da Polícia Federal. Ele considera essas ações como parte de uma perseguição política e religiosa.
No vídeo, Malafaia afirmou que a apreensão de seus pertences é uma medida típica de ditadores que não toleram questionamentos. O pastor destacou a gravidade das acusações que enfrenta, incluindo coação no curso do processo e tentativa de obstrução de investigação. “A imprensa noticiou que o inquérito sigiloso aponta indícios de que eu queria embaraçar investigações sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados”, declarou.
Ele enfatizou que não possui contato com autoridades americanas e que as alegações contra ele são absurdas. “Eu não falo inglês, não conheço nenhuma autoridade americana. Isso mostra o quão ridícula é essa perseguição do ditador Alexandre de Moraes”, disse Malafaia.
Adicionalmente, o pastor afirmou que suas opiniões estão amplamente documentadas em vídeos e que não tem medo das repercussões. “É crime conversar? É crime dar conselho? Claro que não! Este é um absurdo para me intimidar. Não tenho medo e não vou fugir do país”, afirmou durante sua fala. Ele ressaltou sua posição como líder de uma grande comunidade evangélica e sua responsabilidade diante dela.
Malafaia criticou ainda a postura de Moraes, afirmando que o ministro usa seu poder para intimidar e silenciar opositores. “Covarde é você que usa a caneta e a toga para perseguir pessoas”, finalizou o pastor, reafirmando sua disposição de enfrentar as investigações e defender sua honra.
A situação entre Malafaia e o ministro Alexandre de Moraes continua a gerar repercussão nas redes sociais e na opinião pública. O pastor, que tem uma significativa base de seguidores, promete não se calar diante das acusações e mantém que sua luta é por justiça e liberdade de expressão no contexto político atual.
Fonte: redir.folha.com.br
Fonte: Mônica Bergamo










