Secretaria de Orçamento recomenda veto ao projeto de crédito suplementar de R$ 2,15 bilhões

A Secretaria de Orçamento do Ministério do Planejamento sugeriu veto ao aumento de efetivo policial no DF, previsto em projeto de crédito suplementar.
Na última segunda-feira (3), a Secretaria de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento sugeriu em nota técnica veto ao aumento de efetivo de Polícia Militar, Polícia Civil e Bombeiros do Distrito Federal, previsto no projeto que abre crédito suplementar de R$ 2,15 bilhões a ministérios do governo Lula. O crédito suplementar tem como objetivo atender a diversas ações da Presidência e de ministérios como Justiça, Cultura, Esporte e Integração Regional.
Detalhes do projeto
O projeto enviado à sanção do presidente Lula inclui R$ 886,3 milhões para financiar projetos do setor produtivo no âmbito do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia, além de R$ 2,28 milhões para a Agência Internacional Antidoping e R$ 375 mil para a Codevasf. Do total, foram destinados R$ 297,15 milhões dentro do Fundo Constitucional do Distrito Federal para a contratação de 2.073 efetivos na área de segurança: 1.284 para a Polícia Militar, 700 para a Polícia Civil e 89 para os bombeiros.
Justificativa para o veto
Na nota técnica, Gláucio Rafael da Rocha Charão, secretário de Orçamento Federal substituto, afirma que os pontos incluídos pelo Congresso “configuram matéria estranha ao objeto principal do projeto de crédito suplementar”. Ele recomenda veto parcial, argumentando que isso contraria o interesse público. A decisão envolve questões de alocação orçamentária e planejamento estratégico do governo federal.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br










