Pesquisa Datafolha revela alta rejeição do ex-ministro frente a Tarcísio e outros candidatos

Ex-ministro Fernando Haddad amarga rejeição de 47% entre eleitores de São Paulo para o governo em 2026, superando o atual governador Tarcísio de Freitas, com 29%.
Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, enfrenta forte rejeição nas eleições de 2026, conforme apontou a última pesquisa Datafolha. O petista acumula 47% de rejeição entre os eleitores do estado, índice que o posiciona como o mais rejeitado entre os concorrentes, superando o governador Tarcísio de Freitas, que amarga 29% de rejeição.
Rejeição crescente e desgaste político
O levantamento, conduzido entre 1º e 3 de julho, ouviu 1.608 pessoas em 71 municípios paulistas e mostra que a rejeição a Haddad cresceu significativamente desde março, quando estava em 38%. A alta na rejeição reflete o desgaste da imagem do ex-ministro perante o eleitorado, cenário que pode complicar sua tentativa de retorno ao Palácio dos Bandeirantes.
Concorrentes longe no índice de rejeição
Os demais pré-candidatos, menos conhecidos nacionalmente, apresentam rejeição bem menor: Carlos Machado (PCB) e Vera Lucia (PSTU) têm 22% cada, enquanto Vivian Mendes (UP) registra 15%. Já o governador Tarcísio de Freitas, candidato à reeleição, mantém rejeição relativamente moderada, embora tenha aumentado de 24% para 29% em três meses.
Implicações para a disputa eleitoral
A pesquisa deixa claro que Haddad enfrenta um desafio de imagem relevante, que pode impactar negativamente sua competitividade no pleito estadual. O cenário mostra um eleitorado que rejeita fortemente o nome do PT, abrindo espaço para o governador Tarcísio explorar a rejeição contra o rival petista.
O registro do levantamento está no Tribunal Superior Eleitoral sob os códigos SP-01703/2026 e BR-06481/2026, garantindo transparência e validade estatística, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.








