Santuário São Francisco das Chagas, em Paranaguá, sofre furto e apela por colaboração para recuperar peça de valor afetivo e religioso

Imagem do Sagrado Coração de Jesus é furtada no Santuário São Francisco das Chagas, em Paranaguá. Comunidade é chamada a ajudar nas buscas e evitar comércio ilegal da peça.
Um furto que não pode ser ignorado expõe mais uma vez a fragilidade da segurança em patrimônios religiosos no Paraná. Na tarde de quinta-feira (6), uma imagem de pequeno porte do Sagrado Coração de Jesus foi subtraída do interior do Santuário São Francisco das Chagas, localizado na histórica Rua XV de Novembro, em Paranaguá, no Litoral do estado.
O autor do furto segue desconhecido e a própria instituição religiosa fez um apelo direto à população: é imprescindível que moradores da região estejam atentos para identificar a peça, especialmente para evitar que o objeto seja comercializado ilegalmente, uma prática que além de ilegal, agride a memória e o valor afetivo da comunidade.
Santuário clama por mobilização comunitária e apoio policial
Com a sensação de exposição e vulnerabilidade, o santuário orienta que qualquer tentativa de venda da imagem seja imediatamente comunicada às autoridades. Para isso, disponibilizou canais oficiais para denúncias, como o telefone da Polícia Militar (190), o WhatsApp do próprio santuário (41) 99505-1364 e o Disque Denúncia 181 da Secretaria de Segurança Pública.
Patrimônio religioso sob risco e a urgência de proteção rigorosa
Este episódio levanta um alerta claro para a necessidade urgente de reforço na segurança de locais que guardam não apenas objetos, mas símbolos que carregam fé e tradição. A mobilização da comunidade é fundamental para que esses patrimônios não se tornem alvo fácil da criminalidade, que além de causar prejuízo material, fere o sentimento coletivo e a identidade cultural da região.
A busca pelo responsável pelo furto está em curso, mas o sucesso depende diretamente da colaboração efetiva dos cidadãos. A devolução da imagem não será apenas um reparo material, mas uma vitória simbólica contra o descaso que ainda persiste em proteger os bens de valor histórico e religioso no Paraná.
Fonte: xvcuritiba.com.br








