Senador compara falência do Habib's à das Casas Bahia e aponta desastre econômico do governo petista

Flávio Bolsonaro associa recuperação judicial do Habib's à crise das Casas Bahia e responsabiliza política econômica do governo Lula pelo colapso financeiro das gigantes brasileiras.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) não perdeu tempo para transformar a recuperação judicial do Habib’s em munição política contra o governo Lula. Em live nesta quinta-feira (27/8), ele comparou a situação da rede de restaurantes à falência das Casas Bahia, que recentemente fechou mais de 300 lojas. “Quem não resistiu ao Lula foi o Habib’s”, disparou o parlamentar, apontando a política econômica do presidente petista como o pivô do colapso.
O cenário de crise financeira que afeta essas gigantes brasileiras expõe o desgaste da gestão econômica atual e o impacto da alta da taxa Selic, que elevou o custo das dívidas. O Habib’s declarou dívida de R$ 265,2 milhões e recorre à recuperação judicial para tentar reorganizar suas finanças e manter as operações, que incluem também as redes Ragazzo e Tendall Grill.
Crise econômica e o governo Lula no centro da crítica
Flávio Bolsonaro aproveitou o episódio para reforçar a narrativa do desgaste econômico que a gestão Lula estaria impondo ao país, ressaltando que a pressão sobre as contas e a mudança no comportamento do consumidor, agravados pela pandemia e pela política fiscal, têm levado grandes empresas ao limite. O pedido de recuperação judicial do Habib’s serve como mais um exemplo da vulnerabilidade que o setor privado enfrenta sob o atual comando nacional.
O impacto para o consumidor e o mercado
Apesar do pedido de recuperação judicial, o Grupo Gennius afirma que as operações seguem normalmente, sem impacto imediato para os clientes. No entanto, se o plano de recuperação não for aprovado pelos credores, a empresa poderá enfrentar a falência, o que pesaria ainda mais no cenário econômico e no emprego.
A crise de grandes redes como Habib’s e Casas Bahia dá sinais claros do desgaste do governo Lula na gestão econômica e levanta questionamentos sobre a capacidade do Planalto em sustentar a estabilidade financeira do país diante dos desafios atuais.









