Ação na Praça da Sé visa aumentar a visibilidade e combater o estigma

Evento no Dia Mundial da Aids promove desfile com mulheres vivendo com HIV na Praça da Sé.
Desfile de mulheres vivendo com HIV na Praça da Sé
No Dia Mundial da Aids, que ocorre em 1º de dezembro, o Sesc São Paulo promoverá um desfile na Praça da Sé, destacando a vivência de mulheres diagnosticadas com HIV. A ação visa aumentar a visibilidade das questões enfrentadas por essas mulheres e combater o estigma associado à doença. Quatro participantes, que incluem mulheres cis e trans, estarão presentes em duas apresentações, uma às 11h e outra às 15h30.
A importância da visibilidade
O desfile, intitulado “Camisinha a gente pode usar, está disponível no SUS”, é parte da mostra “Mais Arte, Menos Aids 2025”. A artista plástica Adriana Bertini, que há quase três décadas utiliza preservativos em suas obras, é responsável pela confecção das peças que as participantes usarão. O evento é uma oportunidade de ocupar o centro da cidade com relatos e experiências que promovam a conscientização sobre a HIV e Aids, além de estimular um diálogo aberto sobre a sexualidade e a saúde das mulheres.
Combate ao estigma
A proposta do desfile não é apenas artística, mas também educativa. Ao trazer à tona as histórias de mulheres que vivem com HIV, o evento busca desmistificar preconceitos e promover um ambiente mais acolhedor e informativo. O estigma ainda é uma barreira significativa para muitas pessoas que vivem com a doença, e iniciativas como esta podem ajudar a humanizar a discussão e incentivar a aceitação.
Participação do público
O Sesc convida a população a participar do evento, que ocorrerá na Praça da Sé, um dos pontos mais emblemáticos de São Paulo. A ação é parte de uma série de atividades planejadas para o Dia Mundial da Aids, que incluem debates, oficinas e exposições que visam informar e sensibilizar o público sobre a importância da prevenção e do tratamento do HIV.
Conclusão
O desfile na Praça da Sé, programado para o Dia Mundial da Aids, representa um passo importante na luta contra a discriminação e pelo reconhecimento dos direitos das pessoas que vivem com HIV. Através da arte e da visibilidade, o evento espera inspirar mudanças positivas na sociedade e promover um diálogo mais inclusivo sobre a saúde e a sexualidade das mulheres.
Fonte: redir.folha.com.br
Fonte: Mônica Bergamo










