Projeto em Curitiba quer aceitar prescrições privadas no SUS para acelerar entrega de remédios gratuitos e reduzir filas

Projeto na Câmara de Curitiba propõe que unidades do SUS aceitem receitas da rede privada, facilitando acesso a remédios gratuitos, agilizando atendimento e reduzindo filas.
SUS em Curitiba pode aceitar receitas da rede privada para ampliar acesso
Um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de Curitiba propõe uma mudança prática para desafogar o sistema público de saúde da cidade: permitir que unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) aceitem receitas médicas emitidas por profissionais da rede privada, desde que regularmente habilitados. A iniciativa parte do vereador Renan Ceschin (Pode) e busca acelerar o fornecimento de medicamentos gratuitos.
Justificativa e impacto esperado
O texto destaca que muitos pacientes recorrem inicialmente à rede privada por falta de vagas ou urgências, mas enfrentam barreiras ao tentar retirar remédios pelo SUS, o que pode atrasar tratamentos e sobrecarregar ainda mais o sistema público. Ao aceitar essas prescrições, o projeto quer garantir acesso mais rápido e contínuo aos medicamentos, sem interferir nas regras de regulação, classificação de risco ou protocolos clínicos já estabelecidos.
Sem custo extra, com foco na eficiência
Segundo a proposta, a medida não acarretará impacto orçamentário nem exigirá ampliação dos serviços do SUS em Curitiba. Ao contrário, espera-se melhora na gestão, redução de filas e diminuição do tempo de espera nas unidades públicas, o que pode aliviar a pressão sobre o sistema municipal.
Transparência e equilíbrio político
A Câmara Municipal reforça que, no período eleitoral vigente, as divulgações institucionais estarão sob rígido controle para evitar uso político da informação, sem comprometer a transparência e o acesso da população a temas essenciais como o acesso a medicamentos no SUS.
Essa iniciativa em Curitiba revela um esforço para modernizar e tornar mais eficiente o sistema público de saúde, reconhecendo realidades do atendimento e buscando soluções práticas, sem criar conflitos com os protocolos vigentes ou gerar custos adicionais desnecessários.
Fonte: xvcuritiba.com.br









