Situação no CMEI São Braz mobiliza equipes da prefeitura e forças especiais; negociação está em andamento

Famílias das crianças feitas reféns no CMEI São Braz, em Curitiba, manifestam insatisfação com a falta de informações oficiais enquanto equipes policiais realizam negociação.
Familiares das crianças mantidas reféns no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz, em Curitiba, manifestaram nesta sexta-feira (9) descontentamento com a falta de informações oficiais sobre o ocorrido. Segundo relatos, mesmo pessoas presentes na unidade não dispõem de detalhes sobre o estado do sequestrador, sua eventual posse de armas ou intenções. A situação é agravada pela presença de uma criança autista, o que preocupa pela possibilidade de crises que possam aumentar a tensão no local.
Além do descontentamento, familiares ressaltaram preocupações sobre a segurança das unidades municipais de ensino infantil, apontando que o acesso ao CMEI é pouco controlado. A Prefeitura de Curitiba informou que equipes da Secretaria Municipal da Educação acompanham o caso desde o início, prestando apoio às crianças, profissionais e famílias envolvidas, com ênfase na preservação da integridade física de todos.
No local, atuam equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Corpo de Bombeiros e há um helicóptero fazendo monitoramento aéreo. Até o momento, as autoridades não divulgaram informações sobre a identidade do homem que mantém as crianças reféns nem sobre sua motivação. Também não há dados confirmados sobre vítimas ou feridos.
Equipes da Prefeitura oferecem atendimento psicológico às famílias presentes, que aguardam por atualizações. As negociações para a resolução da situação seguem em andamento, com prioridade para a segurança das crianças e funcionários do CMEI.
Fonte: bemparana.com.br









