Hussein Bakri detalha LDO inédita e primeiro semestre produtivo na Assembleia Legislativa

Líder do Governo destaca aprovação de todos os projetos do Executivo, consenso entre os Poderes e ações concretas na educação, segurança e direitos das mulheres Com a aprovação da LDO de 2026 na última terça-feira (8), a Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) encerrou os trabalhos do primeiro semestre. Para o deputado Hussein Bakri (PSD), líder do governo na Casa, o balanço é positivo: todos os projetos do Executivo foram aprovados e houve diálogo aberto com oposição, sindicatos e sociedade. “Encerramos mais um semestre com algumas características que têm marcado a nossa atuação à frente da Liderança do Governo: 100% dos projetos do Executivo aprovados e muito diálogo, transparente e respeitoso, com os vários atores envolvidos, sobretudo com a oposição e os sindicatos do funcionalismo. Nosso papel é justamente esse, de construir pontes e alinhavar consensos para que, em última instância, os quase 12 milhões de paranaenses sejam beneficiados lá na ponta”, ressaltou Bakri. O principal destaque, segundo ele, foi a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias com um texto inédito, construído em consenso com o Legislativo, Judiciário e Ministério Público. Pela primeira vez, o superávit e o excesso de arrecadação vão permanecer nos cofres do Executivo. Além disso, as sobras orçamentárias dos outros Poderes terão de ser devolvidas ao governo para serem investidas em políticas públicas. Leia mais: Alvaro Dias lidera corrida pelo Senado no Paraná, mas disputa segue aberta Na área da educação, Bakri lembrou o reajuste de até 11,31% aprovado para 68 mil professores ativos e 40 mil inativos da rede estadual. O impacto anual da medida é de R$ 456 milhões. Já na segurança pública, a Assembleia aprovou a proposta que permite o retorno temporário de 1.900 policiais e bombeiros inativos para funções administrativas, liberando efetivo para as ruas. O deputado também destacou os avanços em políticas voltadas às mulheres vítimas de violência doméstica. Foram aprovados três projetos: um de sua autoria que garante prioridade de atendimento no IML; outro do Tribunal de Justiça que cria uma Câmara Criminal especializada; e um do Governo que prevê auxílio financeiro de R$ 759 por mês, durante um ano, para mulheres em situação de vulnerabilidade. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Governo do Paraná vai revitalizar Jardim Botânico de Londrina

Espaço será transformado em parque ambiental com investimento de R$ 1,6 milhão O Governo do Paraná anunciou a revitalização completa do Jardim Botânico de Londrina, que será transformado em um parque ambiental aberto à população. A obra será executada pelo Instituto Água e Terra (IAT) com investimento de R$ 1,6 milhão e previsão de entrega até o fim de 2025. Segundo o projeto, a área vai receber nova estrutura de recepção, estacionamento, sanitários acessíveis, trilhas, passarelas de madeira, áreas de descanso e um pórtico de entrada. A proposta também prevê a construção de uma escadaria de madeira ecológica, reforço na segurança e melhorias na infraestrutura de visitação. O Jardim Botânico tem cerca de 150 hectares e fica na zona sul da cidade. Apesar de ter sido criado há mais de 20 anos, o espaço ainda não estava estruturado para receber visitantes com frequência. Agora, o governo quer transformá-lo em um polo de educação ambiental e lazer urbano. Leia mais: Vereador de Guarapuava é alvo do Gaeco por suspeita de cobrar por imóvel de programa habitacional gratuito “É uma área estratégica para a conservação da biodiversidade e também para o uso público consciente”, explicou o diretor de Patrimônio Natural do IAT, Rafael Andreguetto. A revitalização será custeada com recursos do Fundo Estadual de Meio Ambiente (Fema), e o projeto foi desenvolvido em parceria com a Prefeitura de Londrina. A gestão municipal continuará responsável pela manutenção do espaço depois da entrega da obra. Além de trilhas e áreas verdes, o local abriga nascentes do Ribeirão Cambé, que abastece parte da cidade. A proposta é que o novo parque funcione também como espaço de sensibilização ambiental e proteção dos mananciais. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Lula reage a Trump e ameaça retaliar EUA com Lei de Reciprocidade Comercial

Governo brasileiro diz que país não aceitará “ingerência ou ameaça” e rebate acusação sobre liberdade de expressão O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu oficialmente nesta quarta-feira (9) às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou um tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros e acusou o STF de censurar redes sociais americanas. Em nota, o governo brasileiro dobrou a aposta e sinalizou que pode adotar medidas retaliatórias com base na Lei de Reciprocidade Econômica. A manifestação foi divulgada após Trump publicar em sua rede social uma carta enviada a Lula, com duras críticas ao Judiciário brasileiro e ao processo contra aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em resposta, o governo brasileiro afirmou que “o Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém”. Segundo o texto, a Justiça brasileira tem plena autoridade para conduzir os processos relacionados à tentativa de golpe de Estado, e nenhuma ameaça externa será tolerada. “Não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais”, diz a nota. Leia mais: Trump anuncia tarifa de 50% sobre produtos do Brasil, a mais alta imposta no mundo O Planalto também rebateu a acusação de censura a redes sociais e afirmou que, para operar no Brasil, empresas estrangeiras estão sujeitas à legislação local. “No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas.” A resposta também contestou a justificativa econômica do tarifaço anunciado por Trump. De acordo com o governo, é falsa a informação de que os EUA acumulam déficit na balança comercial com o Brasil. “As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos.” Por fim, o governo avisou que poderá reagir com medidas equivalentes. “Qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica”. Leia a íntegra da nota divulgada pelo presidente Lula Tendo em vista a manifestação pública do presidente norte-americano Donald Trump apresentada em uma rede social, na tarde desta-quarta (9), é importante ressaltar: O Brasil é um país soberano com instituições independentes que não aceitará ser tutelado por ninguém. O processo judicial contra aqueles que planejaram o golpe de estado é de competência apenas da Justiça Brasileira e, portanto, não está sujeito a nenhum tipo de ingerência ou ameaça que fira a independência das instituições nacionais. No contexto das plataformas digitais, a sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, golpes, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a liberdade democrática. No Brasil, liberdade de expressão não se confunde com agressão ou práticas violentas. Para operar em nosso país, todas as empresas nacionais e estrangeiras estão submetidas à legislação brasileira. É falsa a informação, no caso da relação comercial entre Brasil e Estados Unidos, sobre o alegado déficit norte-americano. As estatísticas do próprio governo dos Estados Unidos comprovam um superávit desse país no comércio de bens e serviços com o Brasil da ordem de 410 bilhões de dólares ao longo dos últimos 15 anos. Neste sentido, qualquer medida de elevação de tarifas de forma unilateral será respondida à luz da Lei brasileira de Reciprocidade Econômica. A soberania, o respeito e a defesa intransigente dos interesses do povo brasileiro são os valores que orientam a nossa relação com o mundo. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Trump anuncia tarifa de 50% sobre produtos do Brasil, a mais alta imposta no mundo

Republicano diz que relação comercial com o Brasil é desigual e critica atuação do Judiciário brasileiro O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (9) uma nova tarifa de 50% sobre todos os produtos importados do Brasil, esta é a taxa mais alta imposta a qualquer país do mundo nesta rodada de tarifaço. A decisão foi divulgada em uma carta enviada diretamente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com duras críticas ao Judiciário brasileiro e a suposta “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo Trump, o Brasil tem atuado de forma a desrepeitar a democracia americana. “Como demonstrado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS a plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com multas de milhões de dólares e expulsão do mercado de mídia social brasileiro”. A carta foi tornada pública pelo próprio presidente americano. A tarifa entra em vigor a partir de 1º de agosto, mas pode ser alterada para cima ou para baixo de acordo com as negociações, frisou o documento. Leia mais: Trump confirma novas tarifas para o Brasil até amanhã A medida pode afetar diretamente setores da economia brasileira como o agronegócio, a siderurgia e a indústria de base, que têm forte presença nas exportações aos EUA. O impacto político também é significativo, uma vez que a carta é tratada como um gesto direto e agressivo de Trump a Lula. Confira a carta na íntegra 9 de julho de 2025 Sua Excelência Luiz Inácio Lula da Silva Presidente da República Federativa do Brasil Brasília Prezado Sr. Presidente: Conheci e tratei com o ex-Presidente Jair Bolsonaro, e o respeitei muito, assim como a maioria dos outros líderes de países. A forma como o Brasil tem tratado o ex-Presidente Bolsonaro, um líder altamente respeitado em todo o mundo durante seu mandato, inclusive pelos Estados Unidos, é uma vergonha internacional. Esse julgamento não deveria estar ocorrendo. É uma Caça às Bruxas que deve acabar IMEDIATAMENTE! Em parte devido aos ataques insidiosos do Brasil contra eleições livres e à violação fundamental da liberdade de expressão dos americanos (como demonstrado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal do Brasil, que emitiu centenas de ordens de censura SECRETAS e ILEGAIS a plataformas de mídia social dos EUA, ameaçando-as com multas de milhões de dólares e expulsão do mercado de mídia social brasileiro), a partir de 1º de agosto de 2025, cobraremos do Brasil uma tarifa de 50% sobre todas e quaisquer exportações brasileiras enviadas para os Estados Unidos, separada de todas as tarifas setoriais existentes. Mercadorias transbordadas para tentar evitar essa tarifa de 50% estarão sujeitas a essa tarifa mais alta. Além disso, tivemos anos para discutir nosso relacionamento comercial com o Brasil e concluímos que precisamos nos afastar da longa e muito injusta relação comercial gerada pelas tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil. Nosso relacionamento, infelizmente, tem estado longe de ser recíproco. Por favor, entenda que os 50% são muito menos do que seria necessário para termos igualdade de condições em nosso comércio com seu país. E é necessário ter isso para corrigir as graves injustiças do sistema atual. Como o senhor sabe, não haverá tarifa se o Brasil, ou empresas dentro do seu país, decidirem construir ou fabricar produtos dentro dos Estados Unidos e, de fato, faremos tudo o possível para aprovar rapidamente, de forma profissional e rotineira — em outras palavras, em questão de semanas. Se por qualquer razão o senhor decidir aumentar suas tarifas, qualquer que seja o valor escolhido, ele será adicionado aos 50% que cobraremos. Por favor, entenda que essas tarifas são necessárias para corrigir os muitos anos de tarifas e barreiras tarifárias e não tarifárias do Brasil, que causaram esses déficits comerciais insustentáveis contra os Estados Unidos. Esse déficit é uma grande ameaça à nossa economia e, de fato, à nossa segurança nacional! Além disso, devido aos ataques contínuos do Brasil às atividades comerciais digitais de empresas americanas, bem como outras práticas comerciais desleais, estou instruindo o Representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, a iniciar imediatamente uma investigação da Seção 301 sobre o Brasil. Se o senhor desejar abrir seus mercados comerciais, até agora fechados, para os Estados Unidos e eliminar suas tarifas, políticas não tarifárias e barreiras comerciais, nós poderemos, talvez, considerar um ajuste nesta carta. Essas tarifas podem ser modificadas, para cima ou para baixo, dependendo do relacionamento com seu país. O senhor nunca ficará decepcionado com os Estados Unidos da América. Muito obrigado por sua atenção a este assunto! Com os melhores votos, sou, Atenciosamente, DONALD J. TRUMP PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Trump confirma novas tarifas para o Brasil até amanhã

Presidente dos EUA disse que o Brasil “não tem sido bom” com os americanos e prometeu anunciar taxações entre 25% e 40% até amanhã; O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (9) que o Brasil será alvo de uma nova leva de tarifas comerciais, com alíquotas que devem variar entre 25% e 40%. Segundo ele, o anúncio oficial será feito até esta quinta-feira (10), e as medidas entram em vigor a partir de 1º de agosto. Em tom duro, Trump afirmou que o Brasil “não tem sido bom conosco”. A fala faz parte de uma nova ofensiva tarifária do governo norte-americano, que já começou a notificar países considerados “desleais” com os interesses dos EUA, em especial os que têm se aproximado dos BRICS. As tarifas, segundo Trump, serão aplicadas a produtos estratégicos, como aço, alumínio, e possivelmente insumos agrícolas. “O Brasil estará nesta rodada. Vocês verão o que vamos fazer nas próximas horas”, disse o presidente americano, durante evento em Washington. A fala gerou reação imediata do governo Lula. O Itamaraty convocou o encarregado de negócios dos EUA em Brasília para prestar esclarecimentos e reafirmou a soberania brasileira sobre sua política comercial. Segundo fontes do Planalto, a avaliação interna é de que Trump está tentando “intimidar” o Brasil às vésperas da renegociação de acordos multilaterais. O presidente Lula, em resposta indireta, afirmou que “ninguém está acima da lei” e que o país continuará defendendo o diálogo, sem abrir mão de seus interesses. Leia mais: Embaixada dos EUA apoia declaração de Trump em defesa de Bolsonaro A escalada tarifária de Trump representa uma nova tensão na relação entre Brasil e Estados Unidos, que já tinha sido abalada em abril, quando o governo americano impôs uma tarifa de 10% sobre importações brasileiras de aço e alumínio. Agora, o cerco se amplia com mais agressividade e pode afetar diretamente as exportações brasileiras, especialmente no agronegócio e na indústria pesada. A ofensiva tarifária também tem impacto político. Em ano pré-eleitoral nos EUA, Trump vem reforçando seu discurso protecionista e usando tarifas como arma geopolítica. Ao mirar o Brasil, o republicano tenta pressionar países que têm ampliado laços com a China, Rússia e demais integrantes dos BRICS. Do lado brasileiro, a leitura é que essa é uma jogada eleitoral e ideológica. Mas, na prática, o impacto pode ser sentido no bolso dos produtores e exportadores nacionais. O governo Lula tenta agora abrir canais técnicos de diálogo para evitar um prejuízo maior, mas o clima de confronto foi instalado. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Alvaro Dias lidera corrida pelo Senado no Paraná, mas disputa segue aberta

Pesquisa mostra ex-senador à frente, mas outros nomes competitivos surgem na disputa por duas vagas em 2026 O ex-senador Alvaro Dias (Podemos) aparece na liderança da disputa pelas duas cadeiras que o Paraná terá direito no Senado Federal em 2026. É o que aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (8) pelo instituto Paraná Pesquisas. Mesmo fora do Congresso desde 2023, Dias larga com vantagem e aparece com 43,8% das intenções de voto. Na sequência, o deputado estadual Alexandre Curi (PSD) tem 26,8% e o deputado federal Filipe Barros (PL), 25,3%. A jornalista Cristina Graeml, também do Podemos, pontua com 21,2%. Fechando os nomes mais citados, aparece o deputado federal Zeca Dirceu (PT), com 10,8%. Apesar da dianteira de Alvaro, a pesquisa indica um cenário embolado, com vários nomes competitivos disputando o segundo voto do eleitor paranaense. Como serão duas vagas em disputa, o eleitor poderá escolher dois candidatos no mesmo dia. Leia mais: Guto Silva, Alexandre Curi e Rafael Greca aparecem como principais adversários de Sérgio Moro para governo do Paraná em 2026 O levantamento ouviu 1.540 eleitores entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O número de registro na Justiça Eleitoral é PR-08096/2024. Ainda não é possível cravar quais nomes vão mesmo entrar na disputa, mas a pesquisa aponta tendências. Alvaro Dias tenta se manter como um dos principais nomes da política paranaense, enquanto Graeml surge como novidade dentro do eleitorado conservador. Filipe Barros se apresenta como opção bolsonarista. Já Alexandre Curi pode herdar apoio do grupo do governador Ratinho Junior, dentro do PSD, e Zeca Dirceu corre por fora na esquerda. O quadro deve mudar até as convenções partidárias de 2026, mas os primeiros números já desenham os contornos da disputa. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Paraná Pesquisa: Guto Silva, Alexandre Curi e Rafael Greca aparecem como principais adversários de Sérgio Moro para governo do Paraná em 2026

Levantamento do Paraná Pesquisas mostra Sérgio Moro na liderança para o governo do Paraná, mas nomes do PSD ganham força e podem complicar a vida do ex-juiz na disputa A corrida para o governo do Paraná em 2026 começa a tomar forma com a divulgação da mais recente pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas. O senador Sérgio Moro (União Brasil) lidera os cenários estimulados, mas três nomes do PSD: Guto Silva, Alexandre Curi e Rafael Greca, aparecem como os principais adversários capazes de disputar a preferência do eleitorado. No primeiro cenário, que inclui Sérgio Moro, Beto Richa (PSDB), Requião Filho (PDT), Guto Silva (PSD) e Enio Verri (PT), Moro lidera com 43,8% das intenções de voto. Beto Richa aparece com 17,5%, seguido por Requião Filho com 16,5%. Guto Silva registra 5,2%, enquanto Enio Verri tem 3%. Indecisos somam 5,3% e brancos e nulos, 8,8%. No segundo cenário, Guto Silva é substituído por Alexandre Curi (PSD). Moro mantém a liderança com 41%, Beto Richa fica com 17,1%, Requião Filho tem 16,6% e Curi aparece com 9,5%. Enio Verri permanece com 2,9%. Indecisos são 4,2% e brancos/nulos 8,8%. Leia mais: Guto Silva: o homem que pode carregar o legado de Ratinho Junior No terceiro cenário, que apresenta Rafael Greca como representante do PSD, Moro aparece com 38,2%, enquanto Greca cresce para 19,5%. Beto Richa tem 14,7% e Requião Filho, 13,4%. Enio Verri registra 3,1%, indecisos 3,6% e brancos/nulos 7,5%. Cenários do segundo turno Nas simulações de segundo turno, os números mostram que Sérgio Moro mantém vantagem contra os principais nomes do PSD, embora as disputas sejam relativamente equilibradas. No confronto com Guto Silva, Moro aparece com 48,8% contra 35,2% do secretário estadual das Cidades. Já contra Alexandre Curi, o ex-juiz alcança 48,7%, enquanto o presidente da Assembleia Legislativa tem 37,8%. Esses cenários reforçando que o secretário e o presidente da Assembleia seriam apoiados pelo governador Ratinho Junior (PSD). O levantamento foi realizado em 62 municípios paranaenses, com 1.540 entrevistas entre os dias 3 e 6 de julho. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Chiorato e Zeca Dirceu vão ao segundo turno na disputa pelo comando do PT no Paraná

Eleição interna do partido segue para nova votação no dia 27 de julho, com embate direto entre dois deputados A eleição interna que vai escolher a nova presidência estadual do PT no Paraná será decidida em segundo turno. Os candidatos que seguem na disputa são o deputado estadual Arilson Chiorato e o deputado federal Zeca Dirceu. O confronto entre os dois está marcado para o dia 27 de julho, com votação em todos os municípios onde o partido tem diretórios ativos. A definição da disputa ocorreu após a apuração de 94% das 275 cidades que realizaram o primeiro turno no último domingo (7). Como nenhum dos candidatos atingiu maioria absoluta, a decisão foi encaminhada para a Comissão de Organização Eleitoral (COE) Nacional, que confirmou a realização do segundo turno. Zeca Dirceu, que terminou em primeiro lugar nesta primeira etapa, afirmou que o resultado parcial mostra um desejo de renovação interna: “O PT do Paraná quer mudança e as urnas deram esse recado claro. Fizemos uma campanha que resgatou o orgulho e a autoestima da militância petista, esse foi um diferencial, que nos fez liderar no primeiro turno. Valorizamos a participação das bases e mostramos que o PT precisa de organização, estratégia e presença em todos os municípios. Nosso foco está na reeleição do presidente Lula com uma votação expressiva no Paraná. Esse é o nosso compromisso maior”, declarou o deputado federal. Leia mais: Lula responde a Trump: “Dê palpite na sua vida, não na nossa” Arilson Chiorato também comemorou o desempenho no primeiro turno e agradeceu à militância. Ele destacou o caráter coletivo de sua campanha e o simbolismo do Processo de Eleições Diretas (PED): “Quero agradecer, de coração, a todas e todos que nos deram seu voto, seu apoio, seu carinho e seu tempo nesta primeira etapa da campanha à presidência estadual do PT Paraná. Foi uma jornada de muito diálogo, acolhimento e compromisso com o partido que acreditamos: um PT unido, de luta e coragem! PT raiz, construído coletivamente por militantes, dirigentes, lideranças e cada filiado e filiada, que mantém viva a nossa história e o nosso projeto político. Seguimos firmes, com a certeza de que é junto da base, com participação coletiva e fidelidade aos nossos princípios, que construiremos mais uma vitória, a vitória do time que vai ajudar a eleger o Lula de novo em 2026, combater a extrema direita e fortalecer ainda mais o nosso partido em todos os municípios paranaenses.”, disse o deputado estadual. A eleição interna vai definir quem comandará o PT no Paraná pelos próximos quatro anos, até 2029. O nome escolhido também terá papel decisivo nas articulações para as eleições gerais de 2026, influenciando na montagem das chapas, nas alianças e na estratégia do partido para ampliar sua presença no Executivo e Legislativo local. Além disso, o novo presidente estadual será peça-chave no esforço da legenda para garantir uma votação robusta para Lula no estado, considerado historicamente difícil para o PT em disputas presidenciais. A votação será presencial, organizada por cada diretório municipal, e o resultado final deverá ser homologado pela direção nacional do partido na semana seguinte. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Hudson Teixeira sinaliza candidatura a deputado federal em 2026

Secretário de Segurança do Paraná deve concorrer pelo PSD, partido do governador Ratinho Junior O secretário de Segurança Pública do Paraná, Hudson Leôncio Teixeira, indicou a aliados que pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. A intenção foi manifestada durante uma visita à Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), na tarde da última terça-feira (8), em meio a articulações com parlamentares da base governista. Hudson esteve na Alep para acompanhar a votação do Projeto de Lei que institui o quadro próprio da Polícia Penal do Estado. Antes da sessão, porém, ele se reuniu com deputados estaduais nos gabinetes da Casa e, em uma dessas conversas, revelou o desejo de entrar na disputa por uma cadeira na Câmara Federal no ano que vem. A candidatura deve ser construída dentro do PSD, mesmo partido do governador Ratinho Junior, a quem Hudson é ligado desde que assumiu o comando da Secretaria de Segurança Pública. Com a sinalização, Hudson se soma a outros integrantes do primeiro escalão do Executivo que avaliam um salto para o Legislativo em 2026. Embora ainda não tenha feito o anúncio oficial, o movimento já acende o alerta entre pré-candidatos que disputam o eleitorado conservador e alinhado à área da segurança, tradicionalmente bem-sucedido nas urnas paranaenses. Leia mais: Moro lidera pesquisas, mas apoio de Ratinho Junior pode redefinir eleição no Paraná A participação de Hudson na votação do projeto da Polícia Penal também teve peso simbólico. O texto aprovado pela Assembleia cria uma estrutura específica para os servidores da carreira penal e vinha sendo discutido há meses com representantes da categoria. A presença do secretário, nesse contexto, reforça a tentativa de construção de pontes com segmentos que podem compor sua base de apoio no futuro pleito. Nos bastidores, aliados de Hudson avaliam que ele pode herdar votos do bolsonarismo no estado, sobretudo se mantiver a visibilidade à frente da pasta da Segurança nos próximos meses. A possível candidatura também deve entrar na conta das articulações do PSD para manter força na bancada federal e ampliar sua influência no Congresso, especialmente em um cenário pós-Ratinho. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!

Lula responde a Trump: “Dê palpite na sua vida, não na nossa”

Presidente do Brasil rebate declaração de Donald Trump, que pediu para deixarem Bolsonaro em paz O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) respondeu nesta segunda-feira (7) às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que pediu publicamente para que o Brasil “deixe Jair Bolsonaro em paz”. A fala de Trump gerou repercussão e foi vista como uma tentativa de interferência nas questões políticas internas brasileiras. Em entrevista coletiva ao fim da cúpula do Brics, no Rio de Janeiro, Lula deixou claro que o Brasil não aceita interferência externa em seus assuntos domésticos. “Eu não vou comentar essa coisa do Trump e do Bolsonaro. Eu tenho coisa mais importante para comentar do que isso. Esse país tem lei, esse país tem regra e esse país tem um dono chamado povo brasileiro. Portanto, dê palpite na sua vida, mas não na nossa”, criticou o presidente brasileiro. Mais cedo, Lula já havia afirmado que o Brasil não aceita “interferência ou tutela de quem quer que seja”, reforçando a posição do governo de manter a autonomia e soberania sobre suas decisões internas. A fala de Trump ocorre em um cenário de tensão nas relações entre Brasil e Estados Unidos, especialmente após a eleição de Lula em 2022, que marcou o retorno do PT ao poder e uma mudança na postura externa brasileira. Em 2024, Lula declarou apoio à democrata Khamala Harris, que foi derrotada na urnas por Trump. Com o retorno à Casa Branca, o republicano tem demonstrado publicamente apoio ao ex-presidente Bolsonaro, que enfrenta dificuldades políticas desde que deixou o cargo. Leia mais: Trump pede “deixem Bolsonaro em paz” e diz que julgamento deve ser nas urnas O momento da declaração de Lula ocorre em um contexto em que o Brasil busca fortalecer alianças dentro do Brics, grupo que reúne prioritariamente Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, e que tem ganhado relevância na política global, muitas vezes em contraposição à influência dos Estados Unidos. A resposta do presidente brasileiro também reforça o discurso do governo de que as decisões sobre o país são soberanas e devem ser tomadas pelo povo brasileiro, sem interferências externas. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!