Atual campeã não finaliza uma vez sequer em jogo contra Espanha e marca negativo vira símbolo de queda

Argentina protagoniza uma marca negativa inédita ao não realizar nenhuma finalização no tempo normal da final da Copa do Mundo contra a Espanha, revelando crise em seu desempenho ofensivo.
A Seleção Argentina protagonizou um capítulo histórico e negativo na final da Copa do Mundo em Nova Jersey, Estados Unidos. Contra a Espanha no MetLife Stadium, não registrou nenhuma finalização ao gol durante os 90 minutos – um feito inédito em finais da competição no tempo normal.
Esse desempenho, digno de uma equipe sem reação, simboliza uma queda brusca para a atual campeã do mundo, que viu sua campanha ser ofuscada por essa estatística que entrará nos anais como a pior atuação ofensiva em uma decisão.
Embora a ausência total de finalizações em uma final seja inédita, a marca negativa de não finalizar sequer uma vez numa partida de Copa já havia acontecido, mas em situações bem distintas e sem a pressão de uma decisão do título. A Costa Rica foi quem abriu essa infeliz série ao não chutar nenhuma vez em jogos contra Brasil, em 1990, e contra a Espanha, em 2022, este último com uma goleada de 7 a 0.
A Argentina, porém, sustenta agora um recorde ainda mais grave: o de não levar perigo algum no momento mais decisivo, o que pode ser interpretado como sintoma de desgaste, falta de preparo tático ou até pressão que paralisou seu ataque.
Essa marca negativa coloca em xeque a hegemonia da equipe e cria dúvidas sobre sua capacidade de reação em mercados futuros, além de desagradar torcedores e críticos que esperavam muito mais do atual campeão.
A final segue em disputa no MetLife Stadium, mas a ausência de chutes mostra que a Argentina precisa urgentemente rever sua estratégia se quiser manter a condição de grande potência do futebol mundial.









