Deputado atribui sucesso da saída a articulações na fronteira e critica decisão judicial que deu prazo para entrega de passaporte

Eduardo Bolsonaro afirmou que a saída do senador Flávio Bolsonaro dos Brasil foi uma operação estratégica, criticando o STF e o governo Lula pela condução do caso.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) detalhou, em transmissão ao vivo no dia 3 de novembro de 2026, os bastidores da saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil. Segundo Eduardo, a operação para o deslocamento de Flávio para os Estados Unidos foi uma das mais sensíveis e exitosas da história da América Latina, destacando a complexidade diante da mobilização da Polícia Federal e da extensão territorial do Brasil.
Articulação na fronteira e rotas alternativas
Eduardo Bolsonaro afirmou que a saída envolveu articulações na fronteira entre Brasil e Argentina, citando o deputado provincial argentino Agustín Romo como um dos apoiadores políticos da família Bolsonaro. O parlamentar mencionou que, enquanto veículos internacionais especulavam sobre possíveis destinos e rotas, o trajeto já estava sendo realizado por outra rota, incluindo menções a possíveis caminhos por Roraima, Venezuela, Bolívia, Paraguai e Argentina.
Críticas à decisão judicial e ao governo federal
O deputado criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontando que a decisão judicial que concedeu prazo de 24 horas para a entrega voluntária do passaporte ao senador teria sido um erro estratégico que possibilitou a saída. Eduardo declarou que a ordem de retenção do documento foi motivada por uma entrevista anterior em que ele próprio afirmou que sairia do país caso perdesse a eleição presidencial.
Estratégia de despistamento
Eduardo descreveu a movimentação de uma aeronave que passou pela região de Buenos Aires e Puerto Iguazú, na fronteira entre Argentina e Brasil, como parte de uma estratégia de distração para despistar as autoridades brasileiras. Ele afirmou que Flávio Bolsonaro teve que









