Prefeitura realiza coleta em 147 pontos das seis bacias hidrográficas para garantir controle ambiental

Entre 16 e 19 de julho, a Prefeitura de Curitiba realizou a primeira coleta de água de 2026 em rios e córregos da cidade, abrangendo as seis bacias hidrográficas municipais. A ação faz parte do monitoramento semestral da qualidade da água, que agora conta com equipamentos modernos para aprimorar a fiscalização.
A Prefeitura de Curitiba promoveu, entre os dias 16 e 19 de julho, a primeira coleta de água de rios e córregos em 2026, abrangendo as seis bacias hidrográficas do município: Atuba, Barigui, Belém, Iguaçu, Passaúna e Ribeirão dos Padilha. Essa ação faz parte do monitoramento semestral da qualidade dos recursos hídricos, coordenado pelo Departamento de Recursos Hídricos e Saneamento da Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
Com 147 pontos de coleta distribuídos por rios e córregos, incluindo trechos canalizados, a iniciativa amplia o controle público diante da extensa rede hídrica local. Segundo a secretária Marilza Dias, os resultados permitem identificar áreas que demandam atenção prioritária, contaminações recorrentes e direcionar as ações de fiscalização e investigação ambiental.
“Estamos reestruturando a rede de monitoramento com reavaliação dos pontos de coleta e revisão dos parâmetros analisados, para acompanhar avanços técnicos estaduais e nacionais”, explicou Marilza.
O diretor Antônio Carlos Gerardi destacou o reforço na fiscalização com novas ferramentas tecnológicas. Recentemente, a Prefeitura adquiriu uma sonda óptica para medição de oxigênio dissolvido, facilitando a localização de pontos de contaminação e tornando as operações mais rápidas e precisas.
Além disso, está em processo de aquisição um drone profissional para apoiar a fiscalização em áreas de difícil acesso, ampliando a capacidade de intervenção em locais onde a inspeção terrestre é limitada. Um serviço de telediagnóstico das redes de drenagem também está em licitação para melhorar a qualidade dos corpos hídricos de Curitiba.
Esses recursos tecnológicos não substituem as fiscalizações em curso, mas funcionam de forma complementar, ampliando a eficiência das operações, melhorando a identificação de irregularidades e possibilitando medidas de responsabilização ambiental mais eficazes.
Fonte: curitiba.pr.gov.br








