Homem baleado durante invasão ao Colégio Hildebrando de Araújo tinha antecedentes e pode estar ligado a furto recente

Suspeito com tornozeleira eletrônica morre em confronto com policial militar e guarda municipal ao tentar furtar colégio estadual em Curitiba. Ele pode estar ligado a furto recente na mesma escola.
Na madrugada desta quarta-feira (22), a segurança do Colégio Estadual Hildebrando de Araújo, em Curitiba, foi palco de um confronto fatal: um suspeito morreu ao tentar invadir a instituição para furtar. O homem, que usava tornozeleira eletrônica e possuía antecedentes criminais, foi baleado durante abordagem feita por um policial militar e uma guarda municipal que residem nas dependências da escola.
A dupla de invasores acessou o telhado do colégio com a clara intenção de arrombar o prédio. A rápida reação das autoridades evitou o furto, mas terminou com o suspeito fatalmente ferido no local. O segundo envolvido conseguiu fugir antes da chegada do reforço policial e permanece foragido.
Este episódio acontece apenas dois dias após um furto que causou prejuízo significativo à mesma unidade de ensino, onde cerca de 200 metros de cabos elétricos foram roubados, comprometendo o funcionamento da escola. Há suspeita de que o homem morto tenha participado desse crime anterior, hipótese que as investigações agora buscam confirmar.
Equipes da Polícia Militar, Polícia Científica e demais órgãos competentes isolaram a área para realizar os procedimentos periciais, fundamentais para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e a participação do segundo suspeito.
Tentativas seguidas expõem vulnerabilidade das escolas
Os recentes ataques ao Colégio Hildebrando de Araújo denunciam problemas graves de segurança e destacam a atuação rápida das autoridades locais, que apesar do confronto trágico, impediram que o furto fosse concluído. A morte do suspeito, mesmo com o uso de tornozeleira eletrônica, abre caminho para questionamentos sobre a eficácia do sistema de monitoramento e a reincidência criminal.
Enquanto a comunidade escolar enfrenta os danos provocados pelos crimes, as investigações continuam para responsabilizar integralmente todos os envolvidos e garantir que episódios assim não se repitam.
Fonte: xvcuritiba.com.br









