Pesquisa mostra empate técnico entre governadora e ex-prefeito na corrida pelo governo estadual

Paraná Pesquisas aponta empate técnico entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) na disputa pelo governo de Pernambuco, com liderança numérica da governadora.
A mais recente pesquisa do Paraná Pesquisas acendeu o sinal de alerta na política pernambucana ao revelar um empate técnico entre a governadora Raquel Lyra (PSD) e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) na corrida pelo governo do estado. Embora Raquel apareça na liderança numérica em duas simulações de voto, a margem de erro de 2,6 pontos percentuais mantém o cenário em aberto, com ambos os candidatos tecnicamente empatados.
Disputa apertada e polarização explícita
No primeiro cenário testado, a governadora Raquel Lyra registra 46,8% das intenções de voto, contra 42,5% de João Campos. A presença de Ivan Moraes (PSOL), com 1,3%, não altera o quadro polarizado. Brancos, nulos e indecisos somam cerca de 10%, indicando espaço para surpresas. Em um confronto direto, Raquel mantém ligeira vantagem, 47,5% a 43,3%, mas o empate técnico persiste.
Rejeição e desgaste entre candidatos
No quesito rejeição, o nome de Ivan Moraes desponta com 39,5%, refletindo seu menor peso eleitoral e maior impopularidade. João Campos acumula 25,4% de rejeição, enquanto Raquel Lyra apresenta 21,3%, números que podem influenciar no segundo turno, caso haja. A pesquisa ouviu 1.500 eleitores entre os dias 7 e 9 de julho, com registro no TSE sob o número PE-00478/2026.
Pressão e cenário eleitoral de Pernambuco
O empate técnico expõe um cenário de desgaste para a governadora, que, mesmo com a vantagem numérica, não consegue deslanchar contra o ex-prefeito do Recife, representante tradicional do PSB no estado. O resultado mostra uma disputa acirrada, onde a mobilização dos eleitores nas próximas semanas será decisiva. A polarização entre os dois principais nomes sinaliza uma eleição competitiva e sujeita a reviravoltas, especialmente diante do percentual de votos em branco e indecisos.
A pesquisa confirma o clima de tensão e incerteza na política pernambucana, com impacto direto na estratégia dos candidatos e suas alianças. A batalha pelo governo do estado permanece aberta e tende a ganhar ainda mais intensidade até o dia da votação.









