Datafolha aponta 45% aprovam gestão do governador enquanto 20% rejeitam governo em meio a polarização política

Pesquisa Datafolha revela que 45% dos eleitores de São Paulo aprovam a gestão de Tarcísio, enquanto 20% o rejeitam. Indicadores mostram aprovação estável, mas com forte polarização por gênero, idade e escolaridade.
Tarcísio mantém base firme, mas rejeição segue relevante
A mais recente pesquisa Datafolha, divulgada neste domingo (5), confirma que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), segue com índices sólidos de aprovação: 45% dos eleitores consideram sua gestão ótima ou boa. Porém, a rejeição não é desprezível — 20% avaliam o governo como ruim ou péssimo, evidenciando a polarização que marca o cenário político paulista.
Aprovação geral perto da estabilidade, mas com recuos sutis
No quesito aprovação geral do trabalho, 63% dos entrevistados afirmam apoiar as ações do governador, enquanto 32% desaprovam sua condução. Estes números refletem um leve desgaste em relação a março de 2026, quando Tarcísio alcançou 64% de aprovação e 30% de desaprovação, sinalizando que o governador precisa se manter ativo para segurar sua base.
Divisões demográficas revelam desafios eleitorais
O desempenho do governo varia conforme perfil do eleitorado: entre homens, 49% avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto entre as mulheres a rejeição chega a 24%. Idade também pesa — 55% dos eleitores com 60 anos ou mais aprovam a gestão — e escolaridade influencia, com 51% dos menos instruídos dando nota positiva.
Pesquisa mostra cenário polarizado e tensão eleitoral
O levantamento, realizado entre 1º e 3 de julho com 1.608 pessoas em 71 municípios paulistas, traz números que reforçam a disputa acirrada entre Tarcísio e seu principal adversário, o ex-ministro da Fazenda do governo Lula. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O que está em jogo em São Paulo
A consolidação da imagem positiva de Tarcísio é crucial para evitar surpresas na eleição estadual, especialmente diante do desgaste natural de governos em exercício. A polarização demográfica indica que o governador precisa fortalecer sua presença entre mulheres e eleitores mais jovens para ampliar seu domínio político no estado mais populoso do país.








