Museu de História Natural Capão da Imbuia promove atividades para crianças aprenderem sobre fauna e conservação

Museu de História Natural Capão da Imbuia oferece oficina durante férias para crianças aprenderem biologia e fauna brasileira.
Confira a programação completa da oficina de pegadas
O Museu de História Natural Capão da Imbuia promove a oficina “Pegadas: torne-se um biólogo mirim por um dia” nas seguintes datas e horários:
15 de janeiro, às 9h30 e às 14h
20 de janeiro, às 9h30 e às 14h
- 22 de janeiro, às 9h30 e às 14h
As inscrições são gratuitas e limitadas a 15 vagas por turma, realizadas pelo site Guia Curitiba.
A importância do Museu de História Natural para a educação ambiental
O Museu de História Natural Capão da Imbuia é um espaço fundamental para o ensino da biologia e a preservação da fauna brasileira. Localizado em um bosque remanescente de floresta de araucárias na região de Curitiba, o museu oferece uma experiência prática e imersiva, especialmente para crianças durante o período das férias. O contato direto com a natureza e a fauna, mediado por profissionais como o biólogo Alexandre Arrata, contribui para o desenvolvimento de uma consciência ambiental precoce, essencial para a sustentabilidade futura.
Estrutura e atividades oferecidas na oficina de pegadas
Na oficina, as crianças aprendem o trabalho do biólogo na identificação de pegadas de mamíferos brasileiros, confeccionando moldes em gesso que reproduzem as marcas deixadas pelos animais. A atividade alia conhecimento teórico e prático, estimulando a observação e a curiosidade natural das crianças. Enquanto esperam o gesso secar, os participantes podem explorar o Caminho das Araucárias, uma trilha de 400 metros dentro do bosque, que é uma unidade de conservação municipal e patrimônio histórico estadual.
O papel do Museu na conservação e pesquisa zoológica
Além das oficinas, o Museu de História Natural Capão da Imbuia é referência nacional em pesquisa zoológica, com coleções científicas representativas da fauna original do Paraná. O espaço abriga exposições permanentes, como a do esqueleto da girafa Pandinha, que viveu quase 33 anos no Zoológico de Curitiba, além de animais taxidermizados como tigre e capivara. A osteomontagem, técnica usada para montar esqueletos em posição anatômica correta, é apresentada aos visitantes, promovendo o conhecimento científico e artístico.
Impacto da iniciativa na comunidade local e educação infantil
Moradores da região, como a administradora Joslaine de Oliveira, valorizam a oportunidade oferecida pelo museu para que crianças tenham contato direto com a natureza e aprendam de forma lúdica sobre o meio ambiente. Atividades como a oficina promovem não só o entretenimento, mas também a formação de futuros biólogos e cidadãos conscientes, fortalecendo o vínculo da população com a preservação do patrimônio natural e cultural de Curitiba.
Fonte: www.curitiba.pr.gov.br
Fonte: José Fernando Ogura/SECOM










