A reinauguração da Biblioteca Pública Elcy Lacerda, um marco cultural para o Amapá, foi palco de uma celebração vibrante com a presença de escritores, poetas e artistas que enriquecem o cenário literário local. O evento, promovido pelo Governo do Amapá, reafirma o compromisso com o acesso ao conhecimento e a valorização da cultura regional.
O professor e doutor Paulo Guerra, figura proeminente da história amapaense, relembrou a trajetória da biblioteca desde sua fundação em 1945, destacando sua importância para a construção da identidade cultural do estado. Ele enfatizou que a revitalização do espaço, promovida pela atual gestão, representa um avanço significativo ao abraçar a multiculturalidade e integrar a tecnologia ao acesso à informação.
“A biblioteca hoje ganha, nesse processo de revitalização, uma dimensão extraordinária. Ela representa todo um contexto da história da própria humanidade”, declarou Guerra, ressaltando a relevância histórica e cultural do espaço, que se entrelaça com a história do Amapá desde a sua organização política como território federal.
Manoel Bispo Correa, renomado autor de livros e poesias e membro da Academia de Letras do Amapá, não conteve a emoção ao testemunhar a modernização das instalações. O escritor, que desde os 16 anos se dedica à escrita, à música e à pintura, expressou sua satisfação com a nova biblioteca e sua capacidade de integrar diferentes formatos de leitura.
“Eu aceito a modernidade e concordo com a tecnologia quando se trata de livros de papel e digitais”, afirmou Bispo, reconhecendo a importância de oferecer diversas opções para atender às preferências dos leitores. A reinauguração da Biblioteca Elcy Lacerda reafirma o compromisso do Amapá com a promoção da cultura e o incentivo à leitura em todas as suas formas.










