Loja física da gigante do e-commerce é alvo de críticas e controvérsias

Na quarta-feira (5), a Shein abriu sua primeira loja física em Paris, o que gerou longas filas e protestos.
Na quarta-feira (5), a Shein abriu sua primeira loja física em Paris, localizada no BHV Marais, atraindo tanto longas filas de clientes quanto protestos de manifestantes. Vista como um símbolo de comércio online predatório, a marca enfrenta críticas por sua contribuição à destruição de empregos e ao meio ambiente, especialmente após ser acusada de vender “bonecas pedófilas”. A controvérsia aumentou nas últimas semanas, culminando em uma resposta pública significativa no dia da abertura.
Protestos e controvérsias em torno da marca
Os manifestantes se reuniram em frente à loja, criticando a presença da Shein na capital francesa. Apesar da segurança reforçada, um grupo conseguiu entrar na loja, brandindo cartazes e gritando slogans de protesto. O dono da BHV, Frédéric Merlin, indicou que a loja é principalmente para os parisienses, com 85% dos clientes sendo locais, mas não descartou a intenção de atrair novos consumidores.
Reações de consumidores e marcas
As reações dos consumidores foram mistas, com alguns gastando grandes quantias em promoções, enquanto outros se mostraram decepcionados com os preços. Além disso, marcas locais decidiram fechar suas butiques em resposta à abertura da Shein, refletindo a tensão entre o modelo tradicional de lojas de departamentos e o comércio online contemporâneo. A Shein, que já anunciou planos de abrir mais lojas em outras cidades da França, continua a ser uma figura polêmica em debates sobre consumo e sustentabilidade.
Notícia feita com informações do portal: www1.folha.uol.com.br










