Suspeito transmite maus-tratos de animais e é preso em Fortaleza

Homem foi preso em Fortaleza por transmitir maus-tratos de animais online após investigação do Noad em cooperação com autoridades locais.
Guarda Revolucionária do Irã fecha estreito de Hormuz e ameaça navios

Guarda Revolucionária do Irã fecha estreito de Hormuz, ameaçando bloquear 20% da produção mundial de petróleo.
MBL em Londrina: indignação de Instagram, voto de realidade

O MBL nasceu atacando o “sistema”: partidos, bastidores, acordos, fundo eleitoral. Vende ruptura. Mas nunca deixou de disputar eleição por partido, usar as regras do jogo e operar exatamente dentro da engrenagem que critica. O antissistema sempre foi mais estética do que prática. Em Londrina, Gabriel Bertolucci replica o modelo. Vídeos de confronto, ataques aos nomes mais fortes — na úlima eleição escolheu o então prefeito Marcelo Belinati — e uma estratégia clara de tensionar para ganhar visibilidade. Mirar no topo dá palco. É método. Nas urnas, não se elegeu. Mas acumulou embates judiciais ao longo do processo. E processo custa. Advogado custa. Estrutura de comunicação custa. Ele se apresenta como outsider, distante da máquina, até como alguém de origem simples. A pergunta é objetiva: quem sustenta essa engrenagem? Quem banca a conta? A serviço de qual projeto maior essa atuação se encaixa? É legítimo questionar.
Viagem, favores e silêncio conveniente

A revelação publicada por O Estado de S. Paulo é simples — e devastadora: Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, admitiu a interlocutores que teve voo e hotel pagos pelo empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, personagem central do escândalo bilionário que envolve fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social. A explicação? Visita a uma fábrica de cannabis medicinal em Portugal. Nada além disso. Mas a pergunta é inevitável: desde quando empresário investigado por esquema contra aposentados banca viagem internacional para o filho do presidente por mera cordialidade? Não é crime aceitar passagem. O problema é a promiscuidade política que isso simboliza. É o tipo de proximidade que corrói qualquer discurso moral. Especialmente quando parte de um grupo político que passou anos discursando sobre ética, perseguição e seletividade judicial. A conta pode até ter sido “apenas” passagem e hotel. Mas o custo político é bem maior. Porque no Brasil, quando empresário enrolado paga viagem para filho de presidente, não é amizade. É influência. E influência nunca viaja de graça.
MBL : Rebelde de gabinete

O MBL gosta de vender a fantasia do outsider indignado. Jovens contra privilégios, fiscais do dinheiro público, paladinos de uma política limpa que juram não depender das engrenagens tradicionais. O problema é quando a própria trajetória implode o personagem. Luis Felipe Martins França, que passou a afirmar que será candidato ao governo pelo Missão — partido nascido do MBL — constrói sua pré-campanha exatamente sobre essa narrativa de ruptura. O detalhe é que sua biografia conta outra história. Há registro de passagem por cargo comissionado de secretário parlamentar em 2016, encerrada rapidamente após exoneração, episódio pouco compatível com a figura do fiscal implacável que hoje ocupa as redes. Soma-se a isso uma trajetória de circulação por ambientes e figuras tradicionais da política paranaense — o mesmo sistema que agora serve de alvo discursivo. Nada ilegal. Apenas revelador. O antissistema que nasce em gabinete, depende de padrinhos e depois descobre a indignação como plataforma eleitoral não é ruptura — é reposicionamento. Se a candidatura vier, não será a de um insurgente contra a máquina, mas a de alguém que passou por ela e agora tenta convencer o eleitor de que nunca esteve lá. Porque marketing cria personagem. Biografia cria realidade.
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