Governo Lula é desaprovado por 53% e tem 42% de aprovação, aponta PoderData

Diferença entre aprovação e desaprovação caiu 6 pontos percentuais em um mês A gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovada por 53% dos brasileiros e aprovada por 42%, segundo pesquisa do instituto PoderData divulgada nesta quarta-feira (30). O levantamento ouviu 2.500 pessoas entre os dias 26 e 28 de julho, em 211 municípios das 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Os dados indicam uma recuperação no humor do eleitorado em relação ao governo. Em junho, a desaprovação era de 56%, enquanto a aprovação estava em 39%. Com a oscilação deste mês, a diferença entre os dois grupos caiu de 17 para 11 pontos percentuais. Segundo o PoderData, o avanço na avaliação positiva pode estar ligado à postura do governo diante das novas tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, como aço e alumínio. O Palácio do Planalto reagiu com um discurso de defesa da soberania nacional e recebeu apoio de parte do Congresso. A movimentação tem sido chamada de “efeito Trump” por analistas políticos. A pesquisa também aferiu a percepção sobre o desempenho pessoal do presidente. Para 41% dos entrevistados, Lula faz um trabalho “ruim ou péssimo”; 22% consideram “ótimo ou bom”; e 34% avaliam como “regular”. Leia mais: EUA sancionam Alexandre de Moraes com a lei Magnitsky, usada para punir estrangeiros Entre os eleitores que votaram em Lula no segundo turno de 2022, 73% aprovam o governo e 22% desaprovam. Já entre os que votaram em Jair Bolsonaro (PL), a desaprovação chega a 88%, enquanto apenas 9% aprovam. O recorte por religião mostra que o presidente enfrenta maior resistência entre os evangélicos: 69% desaprovam o governo e 26% aprovam. Entre os católicos, há empate técnico, com 48% de aprovação e 45% de desaprovação, dentro da margem de erro específica para esse segmento. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-03561/2024. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
EUA sancionam Alexandre de Moraes com a lei Magnitsky, usada para punir estrangeiros

Punições podem incluir bloqueio de bens e proibição de entrada no país O governo dos Estados Unidos aplicou nesta quarta-feira (30) sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, com base na lei Magnitsky, instrumento usado para punir estrangeiros por violações graves de direitos humanos e corrupção. A decisão foi publicada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro norte-americano. No dia 18 de julho, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, já havia informado que a revogação dos vistos dos ministros do STF estava em análise. Criada em homenagem ao advogado russo Sergei Magnitsky, morto na prisão após denunciar um esquema de corrupção no governo da Rússia, a lei permite que os Estados Unidos imponham sanções a cidadãos estrangeiros acusados de graves violações de direitos humanos ou corrupção em larga escala. Leia mais: Trump afirma que prazo de tarifa de 50% contra o Brasil será mantido A legislação foi aprovada em 2012 pelo Congresso americano e sancionada pelo então presidente Barack Obama. Inicialmente, o foco era punir autoridades russas, mas em 2016 a lei foi ampliada para ter alcance global, incluindo casos de crime organizado e outras violações graves. Desde então, dezenas de pessoas já foram alvo de sanções com base nela. O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) confirmou que atuava com membros do governo Trump para pressionar a aplicação das sanções contra Moraes. As sanções previstas pela lei são administradas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês), órgão ligado ao Departamento do Tesouro dos EUA. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Trump afirma que prazo de tarifa de 50% contra o Brasil será mantido

Empresas têm pedidos cancelados e embarques suspensos às vésperas da nova taxa americana O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta quarta-feira (30) que não haverá prorrogação do prazo para a entrada em vigor das novas tarifas comerciais. A partir de 1º de agosto, produtos brasileiros e de outros países passarão a pagar 50% de imposto para entrar no mercado americano. “O prazo de 1º de agosto é o prazo de 1º de agosto – ele continua firme e não será prorrogado. Um grande dia para a América!!!”, escreveu Trump, em tom enfático, no Truth Social. A iminência da nova tarifa já provoca impacto direto nas exportações brasileiras. Setores como o de pescados relatam suspensão de embarques e cancelamento de pedidos. Segundo Eduardo Lobo, presidente da Abipesca (Associação Brasileira das Indústrias de Pescados), todas as operações com destino aos EUA foram interrompidas. “Os embarques foram suspensos e os pedidos, cancelados”, afirmou. Leia mais: Filipe Martins denuncia maus-tratos em presídio; Moraes exige explicações Representantes da indústria e do agronegócio pedem que o governo brasileiro atue com pragmatismo nas negociações com Washington e tente postergar o início da tarifa, o que foi descartado por Trump. As medidas têm sido criticadas por economistas e instituições internacionais. O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que as tarifas podem provocar uma desaceleração da economia brasileira. Na terça-feira (29), a vice-diretora do Departamento de Pesquisa do FMI, Petya Koeva-Brooks, afirmou que as novas barreiras comerciais podem afetar diretamente a atividade econômica do Brasil. Leia mais: Paraná vira líder nacional em programa habitacional com 116 mil famílias atendidas O governo federal prepara um plano de contingência para mitigar os impactos nos setores atingidos. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o anúncio das medidas cabe ao presidente Lula. Em entrevista à CNN, Haddad afirmou que uma retaliação direta aos EUA, com a adoção de medidas semelhantes, não está nos planos. “Devolver na mesma moeda não está na ordem de considerações. Estamos pensando no povo brasileiro”, disse. Nos bastidores, o Planalto tenta reabrir o canal de diálogo com a Casa Branca. Há expectativa de que o vice-presidente Geraldo Alckmin viaje aos Estados Unidos nos próximos dias para tratar do tema diretamente com representantes do governo americano. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Candidaturas Independentes Dividem o Congresso: Pesquisa Revela Opiniões Divergentes

Uma pesquisa recente da plataforma Ranking dos Políticos expôs uma divisão significativa no Congresso Nacional em relação à legalização de candidaturas independentes, modelo em que candidatos concorrem a cargos eletivos sem filiação partidária. Atualmente, a legislação eleitoral brasileira não permite essa prática, gerando debates acalorados no meio político. O levantamento, realizado entre os dias 8 e 16 de julho, ouviu 110 deputados federais de 20 partidos diferentes e 28 senadores de 12 legendas. Os dados revelam uma margem de erro de 3,5 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%, indicando a solidez estatística dos resultados. Na Câmara dos Deputados, a pesquisa aponta que 51,8% dos parlamentares são contrários à permissão de candidaturas avulsas. Por outro lado, uma parcela considerável de 41,8% se mostra favorável à ideia, com 29,1% defendendo a abertura para todos os cargos eletivos e 12,7% restringindo a possibilidade apenas para candidaturas majoritárias. Já no Senado, a divisão se mostra ainda mais acentuada: 46,4% dos senadores se opõem às candidaturas independentes, enquanto 46,5% apoiam a proposta. Dentro desse grupo de apoio, 25,1% defendem a liberação apenas para cargos majoritários, e 21,4% para todos os cargos eletivos. Enquanto o debate se intensifica no Congresso, o Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para analisar uma ação que questiona a exigência de filiação partidária para candidaturas. A ação, que tramita no STF há oito anos, deverá ser analisada a partir de 15 de agosto, prometendo reacender a discussão sobre o tema no cenário político nacional. Fonte: http://www.cnnbrasil.com.br
IA Grok, de Elon Musk, Prevê Reeleição Apertada de Lula em 2026 e Continuidade de Restrições a Bolsonaro

Uma projeção inusitada da inteligência artificial Grok, associada à plataforma X (antigo Twitter) de Elon Musk, agitou o cenário político e econômico. A IA simulou um possível futuro para o Brasil e os Estados Unidos em 2026, levantando debates sobre a precisão e o impacto de previsões geradas por algoritmos. A análise do Grok aponta para uma disputa acirrada nas próximas eleições presidenciais brasileiras, com Lula vencendo Tarcísio de Freitas por uma margem estreita de 51% a 49%. “Como IA, não viajo no tempo, mas analiso tendências atuais”, justificou a ferramenta, indicando que sua projeção se baseia em dados e padrões identificados até o momento. Além do resultado eleitoral, a IA prevê que Jair Bolsonaro permanecerá utilizando tornozeleira eletrônica até 2026, sem alcançar a “prisão domiciliar plena”. Essa previsão sugere a continuidade de desafios legais para o ex-presidente, mantendo-o afastado da linha de frente da política. No âmbito econômico, o Grok projeta um otimista Ibovespa atingindo a marca de 148 mil pontos, um salto considerável em relação aos níveis atuais. Contudo, a análise não detalha os fatores específicos que impulsionariam tal crescimento, deixando espaço para interpretações. Por fim, a IA antecipa que Donald Trump, caso eleito, manterá as tarifas sobre produtos brasileiros, sem avanços significativos em acordos comerciais bilaterais. O Grok ressalva que suas conclusões não são definitivas, mas sim baseadas em tendências e informações disponíveis. Fonte: http://www.conexaopolitica.com.br
Lula Reafirma Soberania Brasileira em Negociações com os EUA em Meio a Ameaças de Tarifa

Às vésperas da implementação de tarifas de 50% por Donald Trump sobre produtos brasileiros, o presidente Lula da Silva concedeu uma entrevista ao influente jornal americano The New York Times, na qual enfatizou que o Brasil negociará como uma nação soberana, recusando-se a participar de qualquer nova Guerra Fria contra a China. Questionado sobre o receio de que suas críticas a Trump pudessem prejudicar as negociações, Lula minimizou a preocupação, apesar de reconhecer a importância dos laços econômicos, políticos e tecnológicos com os Estados Unidos. “Mas em nenhum momento o Brasil negociará como se fosse um país pequeno contra um país grande. O Brasil negociará como um país soberano”, declarou o presidente. Lula argumentou que as relações entre nações devem ser pautadas pelo meio-termo, e não pela imposição unilateral. Ele criticou a postura de Trump, afirmando que não se pode “estufar o peito e gritar sobre coisas que não se pode realizar, nem abaixar a cabeça e simplesmente dizer ‘amém’ a tudo o que os EUA desejam”. O presidente também alertou que, se as tarifas forem aplicadas em retaliação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, os consumidores de ambos os países pagarão o preço. “Acho que a causa não merece isso. O Brasil tem uma Constituição, e o ex-presidente está sendo julgado com pleno direito de defesa”, ressaltou. Lula criticou a tentativa de Trump de misturar questões políticas com comerciais. “Se ele quer ter uma briga política, então vamos tratá-la como uma briga política. Se ele quer falar de comércio, vamos sentar e discutir comércio. Mas não se pode misturar tudo”, afirmou, exemplificando que o Brasil não pode condicionar negociações comerciais ao fim do embargo americano a Cuba. Lula revelou a falta de diálogo com a administração Trump, mencionando que enviou seu vice-presidente e ministros para conversar com seus homólogos americanos, sem sucesso. “A resposta que recebemos foi por meio do site do presidente Trump, anunciando as tarifas sobre o Brasil. Espero, portanto, que a civilidade retorne à relação Brasil-EUA. O tom da carta dele é definitivamente o de alguém que não quer conversar”, lamentou. Finalmente, Lula reiterou que o Brasil não se alinhará em uma Guerra Fria contra a China, enfatizando a importância da relação comercial com o país asiático. “Se os Estados Unidos e a China quiserem uma Guerra Fria, não aceitaremos. Não tenho preferência. Tenho interesse em vender para quem quiser comprar de mim, para quem pagar mais”, concluiu. A China já se manifestou, declarando estar pronta para defender o sistema multilateral de comércio com o Brasil. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br
Onda de Frio Extrema Cobre o Sul do Brasil com Geadas e Temperaturas Abaixo de Zero

Uma intensa onda de frio castigou cidades do Sul do Brasil nesta quarta-feira (30), transformando a paisagem com fortes geadas e temperaturas negativas. A ocorrência, incomum para a época do ano, surpreendeu moradores e autoridades, demandando atenção especial para os grupos mais vulneráveis. As imagens capturadas pela CNN revelam a extensão do fenômeno, com cristais de gelo cobrindo superfícies no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A beleza gélida contrasta com o alerta emitido por meteorologistas, que preveem a continuidade das baixas temperaturas nos próximos dias. De acordo com o Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia, as menores temperaturas foram registradas em Urupema e São Joaquim, na serra catarinense, ambas atingindo -4,0 °C. A sensação térmica, agravada pelo vento, tornou o frio ainda mais intenso. Um vídeo impressionante do fotojornalista Mycchel Legnaghi, divulgado pela CNN, mostra a região do Vale dos Caminhos da Neve, em São Joaquim, sob uma camada de gelo. As imagens evidenciam o impacto do fenômeno climático na região. Além de Urupema e São Joaquim, outras cidades registraram temperaturas negativas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontou -3,4ºC em General Carneiro (PR) e -1,1°C em São Mateus do Sul (PR). Já a Epagri informou -3,0°C em Urubici (SC) e -2°C em Bom Retiro (SC), confirmando a abrangência da onda de frio. Fonte: http://www.cnnbrasil.com.br
Filipe Martins denuncia maus-tratos em presídio; Moraes exige explicações

STF quer apuração de denúncia feita por Filipe Martins sobre isolamento e cela sem luz O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou prazo de cinco dias para que autoridades do Paraná esclareçam supostas irregularidades no tratamento dado ao ex-assessor de Jair Bolsonaro, Filipe Martins, durante o período em que esteve preso no Complexo Médico Penal de São José dos Pinhais. A ordem foi encaminhada à direção da unidade prisional, à Procuradoria-Geral de Justiça do Estado e ao juiz-corregedor do Tribunal de Justiça do Paraná. Moraes também solicitou a íntegra de eventual procedimento instaurado para apurar os fatos relatados. Leia mais: Campanha de Zeca Dirceu denuncia que até morto votou na eleição para presidente do PT-PR Martins, réu no processo que investiga tentativa de golpe de Estado em 2022, foi preso preventivamente em fevereiro de 2024 e atualmente cumpre prisão domiciliar. Durante interrogatório no STF, ele relatou que ficou parte do tempo em isolamento e em cela sem iluminação, mesmo após o período de triagem — situação que classificou como uma forma de tortura. Segundo a Polícia Federal, Martins fez parte do chamado “núcleo jurídico” da organização que atuou na tentativa de ruptura institucional. Ele é acusado de apresentar uma minuta de decreto golpista a Bolsonaro, o que nega. Em sua defesa, afirma que nunca teve contato com o documento nem participou de reuniões com militares, e acusa o tenente-coronel Mauro Cid de mentir em sua delação. Leia mais: Ratinho Jr critica vitimismo de Lula e cobra ação: “Tá na hora de sair a política e entrar a diplomacia” A decisão de Moraes busca apurar possíveis abusos na condução da pena antes da prisão domiciliar e reforça o foco do STF em garantir que não haja violações de direitos mesmo no curso de investigações graves. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Carla Zambelli é presa na Itália após ordem de extradição emitida pelo Brasil

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi detida em Roma, na Itália, nesta terça-feira (29), informou o Ministério da Justiça brasileiro. A prisão ocorreu após a inclusão do nome da parlamentar na lista de procurados da Interpol, intensificando os esforços para sua extradição. Zambelli era considerada foragida desde que deixou o Brasil em maio, após ser condenada a 10 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A pena está relacionada ao caso de invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrida em janeiro de 2023, um evento que gerou grande repercussão no meio jurídico e político. A localização de Zambelli em um apartamento em Roma foi crucial para a operação. O deputado italiano Angelo Bonelli afirmou ter fornecido o endereço da parlamentar às autoridades locais, culminando em sua detenção. “Carla Zambelli está em um apartamento em Roma. Forneci o endereço à polícia. Neste momento, a polícia está identificando Zambelli”, publicou Bonelli em sua conta na rede X/Twitter. Diante da dupla cidadania de Zambelli (brasileira e italiana), o governo brasileiro já havia formalizado o pedido de extradição. Agora, as autoridades italianas analisarão o caso para determinar os próximos passos. A decisão do STF também determinou a perda do mandato parlamentar de Zambelli, medida que ainda será avaliada pela Câmara dos Deputados. Fonte: http://www.conexaopolitica.com.br
São Paulo se Despede de Wadih Mutran, Vereador por Múltiplos Mandatos

Faleceu nesta terça-feira (29), aos 89 anos, Wadih Jorge Mutran, figura proeminente na política paulistana. Ex-vereador da cidade de São Paulo, Mutran dedicou décadas ao serviço público, deixando um legado marcante no cenário legislativo municipal. Nascido na capital em 1936, Wadih Mutran formou-se em Direito e construiu uma sólida carreira política. Ele exerceu mandatos consecutivos na Câmara Municipal de São Paulo entre 1983 e 2016, demonstrando compromisso e dedicação à representação dos cidadãos paulistanos. Ao longo de sua trajetória, Mutran integrou importantes órgãos da administração municipal, como o Fundo Municipal de Habitação. Sua atuação também se destacou em diversas comissões, incluindo as de Finanças e Orçamento, Constituição, Justiça e Legislação Participativa, e a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania. Como corregedor da Câmara Municipal de São Paulo, cargo que ocupou de 2003 a 2010, Mutran zelou pela ética e transparência no Legislativo. Sua produção legislativa foi vasta, com mais de 740 projetos de lei nas áreas de saúde, transporte, cultura, educação, lazer, segurança e esportes, dos quais 94 se tornaram leis municipais. “Sua contribuição para a cidade é inegável”, afirma um ex-colega de parlamento, que preferiu não se identificar. A partida de Wadih Mutran representa uma perda para a política paulistana. Seu trabalho e dedicação à cidade de São Paulo permanecem como um exemplo de serviço público e compromisso com o bem-estar da população. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br