“Brasil estaria muito melhor com Ratinho Junior”, diz Eduardo Paes

Prefeito do Rio e aliado de Lula elogia governador do Paraná e provoca o governo federal ao comparar gestões O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), afirmou nesta sexta-feira (25) que o Brasil estaria em situação “muito melhor” se estivesse sendo governado pelo governador Ratinho Junior (PSD). A declaração foi feita durante um evento em Curitiba e gerou repercussão nos bastidores políticos, principalmente por se tratar de um aliado histórico do presidente Lula (PT). Paes fez a comparação ao elogiar o desempenho de Ratinho Junior à frente do governo estadual. “Se o Brasil estivesse sendo governado pelo Ratinho, a gente estaria muito melhor. O Paraná está melhor do que o Brasil”, afirmou o prefeito, que tem bom trânsito no Governo Federal, mas também articula nacionalmente dentro do PSD. A fala, mesmo em tom de elogio local, foi lida como recado político dentro do próprio partido e entre interlocutores do Planalto. Isso porque Ratinho Junior tem se consolidado como uma das apostas de Gilberto Kassab para disputar a Presidência da República em 2026. A legenda avalia lançar uma candidatura própria e o nome do governador paranaense é considerado viável, seja como cabeça de chapa ou até como vice numa composição com Tarcísio de Freitas (Republicanos). Na mesma linha, pesquisas recentes reforçam o potencial de Ratinho Junior como figura nacional. Segundo levantamento da Paraná Pesquisas, o governador vence Lula no seu próprio estado por larga vantagem: 49% a 15,5%. Em um cenário mais amplo, aparece tecnicamente empatado com Jair Bolsonaro (PL) na corrida presidencial. Leia mais: Paraná é o estado que mais constrói casas próprias no Brasil, diz Ratinho Junior em entrega de residencial Apesar da movimentação de bastidores, Ratinho Junior evita confronto direto com o governo federal. Em entrevista recente à CNN Brasil, afirmou manter uma relação “franca e institucional” com Lula, mesmo com diferenças políticas. O governador também tem buscado manter a imagem de gestor eficiente e moderado, apostando em uma plataforma de desenvolvimento regional que atrai tanto empresários quanto setores conservadores do eleitorado. A fala de Eduardo Paes, nesse contexto, acaba alimentando a narrativa de que o PSD pode de fato lançar um nome competitivo para 2026 e coloca Ratinho Junior ainda mais no centro do jogo político nacional. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Presença de Janja gera tumulto e vaias no velório de Preta Gil no Rio de Janeiro

Primeira-dama deixa o local sob vaias e críticas de oportunismo durante homenagem à cantora A presença da primeira-dama Janja da Silva, esposa do presidente Lula (PT), no velório de Preta Gil no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (25), foi marcada por vaias, gritos e bate-boca entre os presentes. Vestida de branco, Janja chegou ao local para prestar sua homenagem à cantora, mas sua saída foi acompanhada por um tumulto que dividiu o público e obrigou a intervenção da guarda municipal. Ao se aproximar da saída lateral do teatro, um grupo chegou a aplaudir a primeira-dama, enquanto outro vaiava e gritava palavras de desaprovação, criando um clima de tensão. “Olha o respeito! Estamos em velório e não em palanque político!”, gritou um fã de Preta Gil, ao ver o início da confusão. Outros foram mais duros: “Gosta de aparecer!”, acusou um presente, arrancando novas vaias e alimentando o bate-boca entre apoiadores e críticos. Diante da hostilidade, Janja recuou e entrou cabisbaixa no carro oficial, visivelmente constrangida, enquanto guardas municipais se posicionavam para conter os ânimos e evitar que a situação saísse do controle. Críticas nas redes sociais A repercussão foi imediata nas redes sociais, onde a presença da primeira-dama se tornou alvo de críticas. “Quer palco, né? Tem que biscoitar kkkk”, comentou uma internauta. “Foi fazer fotinha, amam um velório”, ironizou outro usuário. “Será que vai rir como no enterro do papa?”, alfinetou um perfil no Instagram, lembrando um episódio anterior em que Janja foi criticada por sorrir durante outra cerimônia fúnebre. Leia mais: Paraná é o estado que mais constrói casas próprias no Brasil, diz Ratinho Jr em entrega de residencial Houve quem defendesse a esposa de Lula, alegando que as reações foram exageradas. “Sério que tem gente problematizando um sorriso em um velório? Meu Deus”, respondeu um seguidor. Ainda assim, a maioria dos comentários destacava um suposto oportunismo político e questionava a postura da primeira-dama diante de um momento considerado íntimo e delicado. Clima tenso e despedida contida O velório de Preta Gil, aberto ao público entre 9h e 13h, foi planejado para ser uma cerimônia mais contida e respeitosa, sem apresentações musicais ou trio elétrico, a pedido da família. O caixão prateado e brilhante da cantora ficou exposto no salão principal do Theatro Municipal, cercado por amigos próximos e familiares, que pediam discrição. Leia mais: “Se ele tiver trucando, vai tomar um 6”, diz Lula sobre Trump em tom de desafio No entanto, o episódio envolvendo Janja acabou roubando parte da atenção da cerimônia, ofuscando o clima de despedida. “Viemos nos despedir da Preta, não para presenciar tumulto”, lamentou uma fã que aguardava na fila para entrar. Intervenção necessária A confusão só foi controlada com a chegada de guardas municipais, que precisaram se posicionar na área externa do teatro e ameaçaram retirar do local alguns dos mais exaltados. Segundo relatos, houve troca de xingamentos e discussões acaloradas entre apoiadores e críticos da primeira-dama. Leia mais: Paraná lidera crescimento econômico do Brasil no início de 2025 “A vaia começou pequena, mas foi aumentando até que ela decidiu sair rápido. Deu para ver que ficou desconfortável”, contou um frequentador que acompanhava o momento próximo ao gradil. O adeus a Preta Gil Apesar do incidente, familiares, amigos e fãs conseguiram prestar as últimas homenagens à cantora, que faleceu no último domingo (20), aos 50 anos, em Nova York, após uma longa luta contra um câncer no intestino. A cerimônia emocionou admiradores e contou com a presença de diversas personalidades, como a atriz Fernanda Paes Leme, que se disse “arrasada” pela perda da amiga. O filho da artista, Francisco Gil, chegou acompanhado da namorada, a ex-BBB Alane Dias, e se manteve ao lado da família durante toda a manhã. “Ela descansou, mas é muito difícil chegar aqui e me despedir”, declarou emocionada Fernanda Paes Leme. Mesmo com o pedido de respeito e discrição por parte da família, a passagem de Janja pelo local acabou ganhando destaque e dividindo opiniões, deixando evidente que até mesmo um momento de luto pode ser palco para novas polêmicas envolvendo a primeira-dama. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Paraná é o estado que mais constrói casas próprias no Brasil, diz Ratinho Jr em entrega de residencial

Governador celebra investimento histórico em moradia e reforça liderança do estado em habitação popular “Muita bênção poder estar entregando esses apartamentos, essas casas, esses lares que a partir de hoje vocês vão entrar. Um belo apartamento com churrasqueira, quadra poliesportiva e todo capricho no projeto. Estou muito feliz porque o Paraná é o estado que mais constrói casas populares no Brasil. Hoje já iniciamos esse programa com R$ 1,4 bilhão investidos no estado”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quinta-feira (24), durante a entrega do Residencial Novo Horizonte em Guapirama, no Norte Pioneiro. A cerimônia marcou a realização do sonho da casa própria para 51 famílias, que receberam as chaves dos novos lares em um empreendimento que contou com R$ 5,2 milhões em investimentos, resultado da parceria entre o Governo do Estado, a Caixa Econômica Federal e a construtora Aviv. Casa Fácil Paraná: o maior programa habitacional do país O projeto do Residencial Novo Horizonte recebeu R$ 1 milhão do programa Casa Fácil Paraná, administrado pela Cohapar, destinados a subsídios de entrada no valor de R$ 20 mil por família. Segundo Ratinho Junior, este apoio financeiro estadual tem sido decisivo para viabilizar o acesso de famílias com renda de até quatro salários mínimos ao financiamento imobiliário. “Somente em julho estamos entregando 5 mil casas em todo o estado, todas já prontas e indo diretamente para quem mais precisa”, destacou o governador, lembrando que o Casa Fácil Paraná é o maior programa estadual de habitação do Brasil e já beneficiou aproximadamente 110 mil famílias desde 2019. Leia mais: Eduardo Bolsonaro alerta sobre possíveis sanções dos EUA a alcolumbre e Hugo Motta Além do subsídio estadual, os beneficiários puderam contar com o programa Minha Casa, Minha Vida, descontos proporcionais à faixa de renda e utilização do FGTS para complementar o pagamento. Com isso, as prestações, que podem chegar a 420 meses, ficaram mais acessíveis às famílias contempladas. Impacto social e econômico Para o prefeito de Guapirama, Pedro de Oliveira, a entrega representa transformação social e estímulo econômico. “Guapirama é uma cidade pequena, com menos de 5 mil habitantes, e essas 51 casas significam muito. Além de realizar o sonho da casa própria, o investimento movimentou a economia local e gerou empregos”, afirmou. A área do residencial oferece infraestrutura completa, incluindo quadras esportivas, pista de skate, escolas próximas e comércio local, o que contribui para a qualidade de vida das famílias. Mais entregas no Norte Pioneiro O evento em Guapirama foi a terceira entrega do dia realizada pelo governador no Norte Pioneiro. Pela manhã, foram entregues 123 moradias em Andirá e 88 apartamentos em Santo Antônio da Platina, totalizando 273 imóveis entregues apenas nesta quinta-feira na região. Leia mais: “Se ele tiver trucando, vai tomar um 6”, diz Lula sobre Trump em tom de desafio De acordo com o secretário das Cidades, Guto Silva, a estratégia habitacional integra um amplo plano de desenvolvimento urbano e regional. “Queremos garantir que as cidades do interior, especialmente as de menor porte, ofereçam condições para que seus moradores permaneçam perto da família, com moradia e oportunidades de emprego”, explicou. Investimentos históricos e planejamento Desde 2019, o Casa Fácil Paraná já aplicou R$ 1,2 bilhão em recursos, com mais R$ 1,5 bilhão reservados para novos projetos. Somados aos aportes privados e federais, os investimentos superam R$ 20 bilhões em habitação popular no estado. Ratinho Junior destacou que o programa atende uma demanda crescente. “O Paraná ganhou mais de 1 milhão de habitantes nos últimos 20 anos, com pessoas chegando de outros estados e países. Por isso, precisamos planejar e investir para acompanhar esse crescimento sem abrir mão da qualidade de vida”, disse. Leia mais: Paraná lidera crescimento econômico do Brasil no início de 2025 O presidente da Cohapar, Jorge Lange, reforçou a prioridade da habitação social: “Temos atuado para que os investimentos cheguem às cidades com maior vulnerabilidade social, acelerando a execução dos projetos e garantindo qualidade nas moradias entregues”. Histórias de vidas transformadas Para muitos moradores, receber a chave da nova casa significa libertação do aluguel e estabilidade para o futuro. A inspetora agropecuária Tainá Eggeia da Silva celebrou o fim de 14 anos pagando aluguel. “Agora vou investir em algo que é meu, aumentar, melhorar e viver com mais liberdade”, afirmou. O casal Juliele Aparecida Correia e Julio Aparecido também comemorou a conquista. “A ajuda do Estado deixou a parcela dentro do nosso orçamento. Agora é trabalhar para melhorar ainda mais e garantir um futuro melhor para nossas três filhas”, disse Julio. Com subsídios recordes, milhares de famílias beneficiadas e investimentos robustos, o Paraná consolida a liderança nacional em habitação popular, como ressaltou Ratinho Junior. “Estamos entregando lares, dignidade e esperança para milhares de paranaenses”, finalizou o governador. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui!
Racha em São Januário: Pedrinho responde a críticas de Edmundo e lamenta relação ‘fria’

A relação entre o presidente do Vasco, Pedrinho, e o ídolo cruzmaltino, Edmundo, azedou e se tornou pública. Edmundo, utilizando seu canal no Youtube, tem feito duras críticas à gestão de Pedrinho, chegando a afirmar que o atual presidente deveria deixar o cargo e prometendo oposição em futuras eleições. A situação expõe um racha entre duas figuras importantes da história do clube. Antes amigos, a relação se deteriorou após o retorno de Pedrinho ao controle do futebol do Vasco, com a saída da 777 Partners. Questionado sobre as declarações de Edmundo, Pedrinho adotou um tom cauteloso em entrevista coletiva, buscando não acirrar ainda mais os ânimos. Sua resposta demonstra uma tentativa de blindar o clube de polêmicas internas. “Com relação ao Edmundo, tem muitas frases que foram criadas que eu não concordo”, declarou Pedrinho. “Ele levou um problema dele com ele mesmo a público, e se eu responder estou trazendo mais um problema para dentro do Vasco. Eu não posso nem responder publicamente”. A declaração revela a preocupação do presidente em preservar o ambiente do clube em meio às divergências. Pedrinho ainda complementou, sinalizando que pretende se manifestar sobre o assunto no futuro: “As coisas que ele fala, falam mais sobre ele do que sobre mim. No momento certo, do Pedrinho falar, vai chegar. Eu não vou dar resposta para ele. Quando eu não estiver mais presidente, eu posso falar tudo o que eu tenho para falar. Me entristece muito”. A declaração final demonstra a tristeza do presidente com a situação. Ao que tudo indica, o presidente aguarda o momento oportuno para dar sua versão dos fatos, prometendo revelar detalhes sobre a relação com o ídolo vascaíno após deixar a presidência. Resta saber se a escalada de críticas terá reflexos negativos no ambiente do clube e em seu desempenho em campo. Fonte: http://www.cnnbrasil.com.br
Eduardo Bolsonaro alerta sobre possíveis sanções dos EUA a alcolumbre e Hugo Motta

Medidas são estudadas pela Casa Branca O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) levantou a possibilidade de que Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado, e Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, possam enfrentar sanções por parte do governo dos Estados Unidos. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Oeste com Elas, da Revista Oeste, na última sexta-feira (25). Segundo Eduardo Bolsonaro, a situação de Alcolumbre e Motta estaria sob análise em Washington, insinuando que a postura dos dois em relação a pautas consideradas importantes pelo governo americano poderia influenciar a decisão. “O Davi Alcolumbre não está nesse estágio ainda, mas certamente já está no foco do governo americano”, afirmou o deputado, que reside nos EUA desde março. Leia mais: “Se ele tiver trucando, vai tomar um 6”, diz Lula sobre Trump em tom de desafio O parlamentar destacou a importância de que Alcolumbre e Motta ajam de forma a evitar as sanções, mencionando a lei da anistia em discussão na Câmara e a possibilidade de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que depende do Senado. “Ele [Alcolumbre] tem a possibilidade agora de não ser sancionado e não acontecer nada com o visto dele se ele não der respaldo ao regime”, completou. Eduardo Bolsonaro mencionou o caso da suspensão de vistos de ministros do STF, incluindo Alexandre de Moraes, pelo governo americano, como um exemplo do que poderia ocorrer com os presidentes do Senado e da Câmara. Ele afirmou estar “mandando recados” aos dois, alertando sobre as possíveis consequências de suas ações. A CNN procurou Davi Alcolumbre e Hugo Motta para comentar as declarações de Eduardo Bolsonaro, mas ainda aguarda um posicionamento oficial. A recente revogação de vistos de figuras do Judiciário brasileiro pelos EUA demonstra uma crescente tensão nas relações bilaterais, com o caso sendo considerado uma “medida arbitrária” pelo presidente Lula. Fique por dentro das notícias políticas também no instagram. Clique aqui! Fonte: http://www.cnnbrasil.com.br
Centrão em alerta: Ascensão de Eduardo Bolsonaro dificulta planos para 2026

Caciques do Centrão observam com crescente preocupação a consolidação de Eduardo Bolsonaro como figura central para as eleições de 2026. A avaliação interna é de que o deputado federal herdou o capital político do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e sua influência crescente ameaça a ascensão de uma liderança própria do grupo ao Palácio do Planalto. Mesmo com a inelegibilidade de Jair Bolsonaro, líderes de partidos como PP, Republicanos e União Brasil reconhecem que o cenário político pode mudar rapidamente. A esperança de uma reversão judicial persiste, mas, mesmo que a inelegibilidade se mantenha, o temor é que Eduardo concentre o apelo eleitoral bolsonarista, superando qualquer nome que o Centrão tente viabilizar. Nos bastidores, o sinal de alerta se intensificou após a atuação de Eduardo Bolsonaro nas recentes crises diplomáticas e institucionais entre Brasil e Estados Unidos. Líderes do reduto paulista manifestaram incômodo com sua influência, principalmente por ter conseguido, segundo eles, travar articulações do governo federal e expor o Supremo Tribunal Federal (STF) negativamente. O entendimento compartilhado é que Eduardo Bolsonaro não só tem se destacado em articulações delicadas, como também assumido a imagem de liderança nacional capaz de inaugurar um novo ciclo político. Essa possibilidade, antes improvável, ganhou força com o desenrolar da crise internacional e a aproximação com Washington. A preocupação do Centrão também se justifica pelo acesso direto de Eduardo Bolsonaro ao ex-presidente Donald Trump e a figuras-chave da Casa Branca. Essa interlocução privilegiada representa um trunfo significativo para qualquer político com ambições nacionais, consolidando-o como uma ponte oficial com o governo norte-americano. Com Jair Bolsonaro fora da disputa, as apostas do Centrão se voltavam para nomes como Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior, vistos como mais palatáveis ao grupo. A ideia era que esses candidatos representassem uma “virada de página” em relação ao bolsonarismo, atraindo votos desse eleitorado, mas evitando a base considerada “extremista” e um obstáculo para agendas pragmáticas. Contudo, esse cálculo foi profundamente alterado nas últimas semanas. A avaliação unânime entre os dirigentes do Centrão é que Eduardo Bolsonaro entrou definitivamente no jogo, reconfigurando o cenário para 2026. A incógnita agora não é se ele será candidato, mas até onde sua candidatura poderá chegar, uma ameaça direta aos planos de protagonismo político do Centrão. Fonte: http://www.conexaopolitica.com.br
Brasil Acelera Criação de Política Nacional para Minerais Críticos em Meio a Disputa Global e Negociações com os EUA

O Brasil planeja implementar uma política nacional para minerais críticos e estratégicos até novembro, um movimento crucial nas negociações com os Estados Unidos sobre a tarifa de 50%. Fontes do governo federal e do Congresso indicam que essa iniciativa visa fortalecer a posição do país no mercado global e atrair investimentos. A medida surge em um contexto de crescente demanda por esses minerais, essenciais para tecnologias de ponta e transição energética. Atualmente, tanto o Poder Executivo quanto o Legislativo estão trabalhando em propostas para o setor, impulsionados pela pressão do setor privado por um marco regulatório claro. A tendência é que os dois textos sejam unificados em uma única legislação abrangente. A proposta do governo, conhecida como MEL (Minerais para Energia Limpa), está em fase preliminar, com um decreto presidencial já em elaboração, segundo informações obtidas. O decreto governamental busca ampliar o uso dos minerais para além da transição energética, incluindo a segurança alimentar. Além disso, prevê o envolvimento de bancos oficiais e agências de fomento no financiamento de projetos de pesquisa mineral, mineração e transformação de minerais estratégicos. Representantes do setor privado também estão colaborando, oferecendo sugestões para aprimorar a proposta do Executivo. Paralelamente, tramita no Congresso o projeto de lei 2780/24, de autoria do deputado Zé Silva, que visa conceder benefícios tributários para empreendimentos do setor. Nos bastidores, parlamentares demonstraram certo desconforto com a iniciativa do governo, vista como uma tentativa de assumir o protagonismo em um tema já em discussão no Legislativo. Apesar das divergências, há um consenso entre o Executivo, o Congresso e o setor privado sobre a importância de aprovar um marco legal antes da COP30, que será realizada em Belém. Para alcançar esse objetivo, o relator do projeto de lei deve apresentar um substitutivo em agosto, incorporando sugestões do governo. A expectativa é que a proposta seja aprovada sem grandes obstáculos nas duas Casas do Congresso. Autoridades do setor mineral brasileiro esperam usar a COP30 como plataforma para apresentar o potencial do país na área de minerais críticos e estratégicos, visando atrair investimentos internacionais significativos. Essa movimentação ocorre em um cenário global de intensa competição por minerais raros, insumos essenciais para a produção de baterias, semicondutores e outras tecnologias avançadas. A Agência Internacional de Energia (IEA) alerta para os riscos geopolíticos e para as cadeias de suprimentos decorrentes do monopólio chinês na produção de baterias, que depende diretamente desses minerais. “A China detém mais de 80% da capacidade global de produção de células de bateria”, aponta a IEA, ressaltando a necessidade de diversificação. Os Estados Unidos emergem como o principal interessado nos minerais brasileiros, atualmente comprados majoritariamente pela China, que responde por cerca de 70% das exportações do setor mineral do Brasil. A aprovação da política nacional para minerais críticos seria um sinal importante de compromisso e ofereceria maior segurança jurídica aos investidores internacionais, conforme avaliado por representantes do setor ouvidos pela CNN. Fonte: http://www.cnnbrasil.com.br
Kremlin Minimiza Expectativas de Paz: Encontro Putin-Zelensky Só ao Final de Negociações

As esperanças de um encontro iminente entre os presidentes Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky foram atenuadas pelo Kremlin nesta sexta-feira. Segundo o porta-voz Dmitry Peskov, uma cúpula entre os líderes russo e ucraniano só ocorreria como a etapa derradeira para a formalização de um acordo de paz, indicando que ainda há um longo caminho a ser percorrido. Peskov, em conversa com jornalistas, descartou a possibilidade de tal reunião acontecer até o final de agosto, como havia sido proposto por Kiev. Ele ressaltou que as posições de negociação entre os dois países permanecem “diametralmente opostas”, sinalizando a persistência de obstáculos significativos para um avanço nas tratativas. A invasão russa da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, já resultou na ocupação de cerca de um quinto do território ucraniano. Em um movimento controverso, Putin decretou a anexação de quatro regiões ucranianas: Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia, acirrando ainda mais as tensões. Enquanto a Rússia avança no leste, mantendo seus objetivos de guerra, a Ucrânia tem intensificado ataques dentro do território russo, visando infraestruturas militares cruciais. Paralelamente, Moscou tem respondido com intensos ataques aéreos, incluindo o uso de drones, em um ciclo contínuo de escalada. Ambos os lados negam ter como alvo civis, mas o conflito já ceifou milhares de vidas, principalmente ucranianas, além de um número não divulgado de baixas militares. Os Estados Unidos estimam que mais de 1 milhão de pessoas foram feridas ou mortas na guerra, um lembrete sombrio do custo humano da escalada. Fonte: http://www.cnnbrasil.com.br
Lula critica Trump por tarifas e falta de diálogo: ‘Se ele quisesse, me ligava’

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou nesta quinta-feira (24) sua disponibilidade para negociar com os Estados Unidos sobre as tarifas de 50% impostas a produtos brasileiros. A declaração foi feita durante um evento no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. Contudo, Lula criticou a aparente falta de interesse do presidente americano Donald Trump em manter um diálogo construtivo. “Ele não quer conversar. Se ele quisesse conversar, ele pegava o telefone e me ligava”, afirmou o presidente, mencionando ter conversado com diversos líderes mundiais, incluindo presidentes dos EUA anteriores. Em tom bem-humorado, Lula ironizou a postura de Trump, comparando-a a um jogo de truco. “Eu não sou mineiro, mas eu sou bom de truco, e se ele estiver trucando, ele vai tomar um seis.” O presidente ressaltou a experiência do Brasil em negociações internacionais, mencionando dez reuniões prévias com os Estados Unidos e a falta de resposta a uma carta enviada em maio. Lula reiterou sua intenção de adotar a Lei da Reciprocidade caso o Brasil seja taxado, indicando uma possível retaliação comercial. Adicionalmente, o presidente brasileiro reprovou os comentários de Trump sobre o processo judicial envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, que o líder americano classificou como uma “caça às bruxas”. Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br