A Voltalia, empresa global de energias renováveis, celebrou um marco significativo no Brasil, impulsionada pela assinatura de novos contratos de manutenção que totalizam 937 megawatts. Com esses acordos, a empresa agora opera 8,3 gigawatts em capacidade para terceiros, superando sua meta estabelecida para 2027 com quase dois anos de antecedência.
O CEO da Voltalia, Robert Klein, expressou entusiasmo com a conquista, atribuindo o sucesso à dedicação das equipes e à renovada confiança dos parceiros. “Atingir esse marco quase dois anos antes do previsto representa um grande passo para a Voltalia”, afirmou Klein, destacando a capacidade da empresa em apoiar a transição energética em larga escala.
Os novos contratos de Operação e Manutenção (O&M) foram firmados com importantes players do setor, como Kroma Energia, EDP, Newave, Gerdau e Kairós Wind (gerida pela Semper Energia). Esses acordos abrangem projetos solares e eólicos, demonstrando a versatilidade da Voltalia em diferentes fontes de energia renovável.
Nicolas Thouverez, Head Latam e CEO da Voltalia Brasil, enfatizou a importância do país na estratégia global da empresa. “O Brasil tem desempenhado um papel decisivo na consolidação global da Voltalia em serviços”, celebrou Thouverez, ressaltando o compromisso da empresa em oferecer soluções de alto desempenho aos clientes.
O Brasil se destaca como protagonista na expansão dos serviços da Voltalia, respondendo por três quartos da capacidade total operada para clientes terceiros. Em apenas cinco anos, o portfólio nacional saltou de 967 megawatts para 7,3 gigawatts sob gestão, demonstrando a confiança de grandes empresas do setor e a robustez da operação, que conta com tecnologia de ponta e equipes especializadas.
No coração dessa operação, o Centro de Operações e Geração (COG) em Mossoró monitora em tempo real usinas eólicas e solares em seis estados, garantindo performance e disponibilidade contínuas. A Voltalia continua a expandir sua atuação no mercado de energias renováveis, oferecendo uma gama completa de serviços e contribuindo para a transição energética global.
Fonte: http://agorarn.com.br










