Análise sobre a nova fase da novela

Crítica aponta que personagens centrais de Vale Tudo tornam-se coadjuvantes na reta final da trama.
Em uma análise recente, a novela “Vale Tudo” tem sido alvo de críticas por seu excesso de personagens que perderam relevância. Na primeira metade da trama, atores com histórias robustas, como Raquel e sua filha Maria de Fátima, se tornaram quase figurantes na reta final. Esse conflito central, que deveria ser o eixo da narrativa, desapareceu, deixando o público desapontado.
O que acontece com Fátima?
A personagem Fátima, que antes era uma figura central, agora se limita a coadjuvante, ajudando seu amigo Olavo a conquistar tia Celina. Esse desvio do foco original levanta questões sobre a construção da narrativa e a importância de manter personagens fortes ao longo da trama.
A crítica de Thiago Stivaletti
Thiago Stivaletti, jornalista e crítico, enfatiza que a falta de desenvolvimento para esses personagens prejudica a qualidade da novela. Ele destaca que a essência que fez “Vale Tudo” ser aclamada em sua primeira versão está se perdendo, resultando em uma trama que não entrega o que o público espera.
Reflexões sobre a narrativa
A crítica sugere que, ao abandonar personagens que construíram o enredo, a novela compromete seu apelo. O que era uma rica tapeçaria de histórias agora se transforma em um emaranhado de personagens sem profundidade. Essa mudança de direção pode impactar a audiência, que busca conexão com as histórias e os personagens.
Diante disso, fica a pergunta: até que ponto a novela conseguirá sustentar o interesse do público se continuar a seguir esse caminho?
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br










