Em um gesto surpreendente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a redução das tarifas de importação sobre produtos chineses de 57% para 47%. A decisão foi tomada após uma reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, em Busan, Coreia do Sul, marcando um possível abrandamento na acirrada disputa comercial entre as duas maiores economias do mundo.
A medida surge como resultado de um entendimento para diminuir as tensões comerciais. Trump destacou que a China se comprometeu a restringir o envio de substâncias químicas utilizadas na produção de fentanil para os Estados Unidos. O presidente americano chegou a afirmar a jornalistas a bordo do Air Force One que, após o diálogo com Xi, “não será necessário seguir com esse plano” de aumentar as tarifas para até 100%.
O encontro, com duração de pouco mais de uma hora e quarenta minutos, representou a primeira reunião direta entre os líderes desde o agravamento das tarifas comerciais. Apesar do gesto de trégua por parte dos EUA, o governo chinês ainda não emitiu um pronunciamento oficial sobre os resultados da reunião. Contudo, antes do encontro, Pequim havia sinalizado abertura para flexibilizar os controles sobre exportações de terras-raras, insumos cruciais para a indústria tecnológica, além de demonstrar interesse em retomar a compra de soja dos Estados Unidos.
O alívio nas tensões gerou otimismo nos mercados globais, que reagiram positivamente à perspectiva de um acordo comercial mais amplo. Analistas, no entanto, alertam que desafios estruturais persistem, especialmente no que se refere à disputa por liderança tecnológica e industrial. “Os mercados estão cautelosamente otimistas, mas ainda há um longo caminho a percorrer”, comentou um analista de mercado à Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. Fonte: Associated Press. Estadão Conteúdo.










