Retaliação ao julgamento de Bolsonaro

O governo Trump planeja ampliar as restrições de vistos a mais autoridades brasileiras após condenação de Bolsonaro no STF.
Nesta segunda-feira (22), o governo Donald Trump deve anunciar a ampliação das restrições de vistos a mais autoridades brasileiras em reação ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal). Essa ação deve afetar Jorge Messias, Andrei Rodrigues e outros membros do governo, resultando em um constrangimento para a delegação brasileira que acompanha o presidente Lula em Nova York para a Assembleia Geral da ONU.
Números de autoridades afetadas
As autoridades que devem ser atingidas incluem o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e outros juízes que assessoram o ministro do STF Alexandre de Moraes. O governo americano já havia incluído a mulher de Moraes, Viviane Barci, na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, que visa punir violadores de direitos humanos.
Resposta do Brasil
A divulgação das novas medidas ocorre enquanto Lula se prepara para responder a Trump durante seu discurso na Assembleia Geral da ONU. O Brasil será o primeiro país a falar, seguido pelos Estados Unidos. Essa situação é tensa, pois o governo americano já havia imposto restrições a outros membros do governo brasileiro, como Alexandre Padilha, ministro da Saúde, que teve seu visto revogado em agosto.
Contexto das sanções
As sanções impostas pelo governo Trump se baseiam na alegação de que autoridades brasileiras estiveram envolvidas em práticas que violam direitos humanos, especialmente no contexto do programa Mais Médicos, que trouxe médicos cubanos ao Brasil. O Departamento de Estado dos EUA afirmou que essas ações visam responsabilizar aqueles que participaram de violações durante o programa.
Notícia feita com informações do portal: redir.folha.com.br










