Saída do ministro do Turismo marca nova fase no governo

Com a iminente saída de Celso Sabino, governo Lula contabiliza 13 trocas de ministros desde 2023. As mudanças visam melhorar a performance do governo.
Trocas no ministério
Com a iminente saída do ministro do Turismo, Celso Sabino (União-PA), nesta quinta-feira (2/10), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acumula 13 trocas no primeiro escalão desde 2023. Sabino entregou sua carta de demissão ao petista durante uma reunião no Palácio do Planalto. Apesar disso, ele deve se manter no cargo até a próxima semana, quando entregará obras relacionadas à Conferência do Clima em Belém.
Mudanças frequentes
Desde 2025, Lula já trocou sete ministros, buscando melhorar o desempenho de áreas do governo ou respondendo a crises, como foi o caso da demissão do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, em meio a um escândalo. A última troca ocorreu em maio, quando Cida Gonçalves deixou o Ministério das Mulheres, sendo substituída por Márcia Lopes.
Nomeações e demissões
Além de Sabino, as recentes mudanças incluem:
- Sidônio Palmeira no lugar de Paulo Pimenta na Secretaria de Comunicação Social;
- Alexandre Padilha, que assumiu o Ministério da Saúde, substituindo Nísia Trindade;
- Gleisi Hoffmann, nova ministra de Relações Institucionais;
- Frederico Siqueira no Ministério das Comunicações;
- Wolney Queiroz, que substituiu Carlos Lupi na Previdência Social.
Crise no governo
A decisão de Sabino de deixar o cargo ocorreu após o União Brasil romper com o governo. O partido havia dado um prazo para a saída do ministro, que não foi cumprido. Além disso, o PP, aliado do União, também deve entregar cargos, colocando em risco a posição do ministro dos Esportes, André Fufuca. A situação reflete a instabilidade no governo e os desafios que Lula enfrenta em sua gestão.










