A Transpetro, braço logístico da Petrobras, planeja construir um terminal no Amapá para escoar a produção de petróleo da Margem Equatorial. O presidente da empresa, Sergio Bacci, esteve no estado para discutir os requisitos e desafios do projeto, que promete impulsionar o desenvolvimento econômico local e nacional.
Bacci destacou a importância da logística eficiente para o sucesso da exploração de petróleo. “Não adianta produzir no mar se não houver logística eficiente para escoar”, afirmou. A Transpetro será responsável por transportar o petróleo para as refinarias ou para exportação, garantindo que a produção chegue ao continente.
Para a instalação do terminal, são necessários requisitos como a confirmação da viabilidade da bacia de petróleo, um calado de 17 a 20 metros para a atracação de grandes navios e uma área de 5 a 10 hectares para tancagem e expansão futura. O acesso terrestre, através de rodovias para o transporte de equipamentos e insumos, também é crucial.
O governador do Amapá indicou possíveis áreas para a construção do terminal, e a Transpetro iniciará as visitas e estudos de viabilidade. Bacci ressaltou o apoio da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, e do governador do Amapá na obtenção de licenças ambientais.
A presença da Transpetro no Amapá, além de gerar empregos e renda, também contribuirá para o aumento da arrecadação de impostos no município onde o terminal for instalado. “A Transpetro está presente em 48 municípios brasileiros. Em São Caetano do Sul, por exemplo, nosso terminal arrecada mais impostos para o município do que a própria General Motors”, exemplificou Bacci.










