Tragédia em cachoeira: empresária morre durante rapel em Analândia

Amanda Patene, de 30 anos, sofreu uma queda fatídica enquanto liderava um grupo de praticantes

Tragédia em cachoeira: empresária morre durante rapel em Analândia
Cachoeira da Bocaina, local do acidente. Foto: Reprodução/Eptv

Amanda Patene, 30, não sobreviveu após queda de seis metros em cachoeira de Analândia, SP.

Tragédia em Analândia: empresária morre durante rapel

No último domingo (23), Amanda de Souza Patene, de 30 anos, perdeu a vida ao sofrer uma queda de seis metros durante uma atividade de rapel na Cachoeira da Bocaina, situada em Analândia, interior de São Paulo. A empresária, que era considerada experiente na modalidade, estava conduzindo um grupo de cerca de dez praticantes quando o acidente ocorreu.

Amanda foi socorrida com urgência, tendo sido acionado um helicóptero da Polícia Militar para o resgate devido à dificuldade de acesso ao local do acidente. Após ser atendida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), foi constatada uma parada cardiorrespiratória. Infelizmente, ao chegar à Santa Casa de Pirassununga, a morte foi confirmada.

Contexto do acidente e atividades de rapel

A movimentação na cachoeira, que possui uma queda livre de cerca de 60 metros, é bastante popular entre os praticantes de rapel. Amanda, natural de Cosmópolis, também no interior paulista, trabalhava em uma empresa especializada na logística de rapel. Ela era responsável por preparar e acompanhar os clientes durante as atividades, sendo respeitada por sua experiência e habilidade.

A polícia informou que a queda ocorreu em um momento em que Amanda estava a poucos metros do solo, o que aumentou a gravidade do acidente. O corpo da empresária foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Limeira para a realização de autópsia.

Investigação e repercussão

A Polícia Civil iniciou uma investigação para apurar as circunstâncias do acidente. O velório de Amanda está previsto para ocorrer na terça-feira (25), em sua cidade natal, Cosmópolis, onde ela também mantinha uma empresa alimentícia.

A notícia da tragédia causou grande comoção entre amigos e familiares, que lembram de Amanda como uma profissional dedicada e apaixonada por sua atividade. A prática de rapel, que atrai muitos aventureiros, traz consigo riscos significativos, e o ocorrido levanta questões sobre a segurança e os procedimentos adotados durante as atividades em ambientes naturais.

A morte de Amanda Patene é uma triste lembrança dos perigos associados a esportes de aventura e reforça a importância de medidas de segurança rigorosas para prevenir acidentes em locais de difícil acesso, como as cachoeiras.

Considerações finais

Este incidente trágico destaca não apenas a perda de uma vida jovem, mas também a necessidade de uma reflexão sobre as práticas seguras nas atividades de aventura. A comunidade local, assim como os praticantes de rapel, lamentam profundamente a morte de Amanda e se unem em solidariedade à sua família neste momento difícil.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

Fonte: Reprodução/Eptv