Gabriel Gomes da Costa, conhecido como ‘Ratomen’, apontado como um dos responsáveis pela morte do agente José Antônio Lourenço Júnior, o Mocotó, da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), foi morto a tiros durante uma operação da Polícia Civil na Cidade de Deus, Zona Oeste do Rio de Janeiro, na noite de segunda-feira (18).
Mocotó foi baleado na cabeça em 19 de maio, durante uma operação na mesma comunidade. Apesar de ter sido socorrido e levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, ele não resistiu aos ferimentos. A ação que culminou na morte de ‘Ratomen’ visava apurar informações sobre a presença do criminoso na área.
Segundo a polícia, havia um mandado de prisão contra ‘Ratomen’, que atuava como gerente do tráfico no Bairro 13, expedido com base em investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Durante o monitoramento, os policiais o identificaram portando uma arma de fogo. Ao ser abordado, ‘Ratomen’ reagiu, sendo atingido e, posteriormente, socorrido, mas veio a falecer.
A operação, realizada em conjunto por agentes da CORE e da DHC, desencadeou um ataque por parte de outros criminosos da Cidade de Deus contra as equipes, que conseguiram se retirar da comunidade em segurança. ‘Ratomen’ era considerado um criminoso de alta periculosidade, conhecido por ostentar armas nas redes sociais.
As autoridades informaram que as diligências continuam para localizar e prender os demais envolvidos na morte do agente Mocotó. “Estamos empenhados em levar todos os responsáveis por este crime à justiça”, afirmou um porta-voz da Polícia Civil, reforçando o compromisso com a elucidação do caso.
Fonte: http://odia.ig.com.br





