O ex-assessor do TSE, Eduardo Tagliaferro, declarou ao juiz italiano que não deseja ser extraditado ao Brasil, evidenciando sua situação de perseguição e problemas financeiros. Tagliaferro é investigado pelo vazamento de informações sigilosas e enfrenta um pedido de extradição do ministro Alexandre de Moraes. Ele relatou ter passado por uma audiência favorável na Itália, onde se sentiu bem tratado pelo magistrado. Suas contas estão bloqueadas e ele é obrigado a informar sua localização às autoridades italianas.

Eduardo Tagliaferro se manifestou contra a extradição ao Brasil, alegando perseguições e problemas com suas contas.
O ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eduardo Tagliaferro, afirmou nesta segunda-feira ao juiz que não deseja ser extraditado ao Brasil. O pedido de extradição foi feito pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Tagliaferro, que é investigado por vazamento de informações sigilosas, declarou que não pretende deixar a Itália.
Situação atual de Tagliaferro
Durante a audiência, Tagliaferro alegou estar enfrentando perseguições, mencionando o bloqueio de suas contas bancárias e um pedido de prisão contra ele. Ele descreveu a audiência como “fantástica” e expressou seu contentamento com a recepção do juiz.
Denúncias contra Tagliaferro
O ex-assessor está sendo investigado por crimes como violação de sigilo funcional e obstrução de justiça. A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou Tagliaferro por repassar informações sigilosas, incluindo diálogos internos de servidores do STF e do TSE, para a imprensa. Ele já foi indiciado pela Polícia Federal em abril deste ano.
Bloqueio de contas e restrições
Com as contas bloqueadas por Moraes, Tagliaferro não pode deixar a Itália e deve informar às autoridades locais sobre sua localização. A Corte italiana já rejeitou a ideia de sua prisão. Em vídeo postado nas redes sociais, ele se mostrou otimista após a audiência, afirmando que está “indo embora” e que a experiência foi positiva.










