A família de Flávio Henrique Ferreira de Souza, suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, afirma que ele estava em Grajaú, na Zona Sul de São Paulo, no dia do crime, ocorrido em 15 de setembro. Ruy, conhecido por seu combate ao PCC, foi executado com tiros de fuzil em Praia Grande. Flávio, que está foragido, teve digitais encontradas em um veículo usado no crime. Sua mãe defende a inocência do filho, que trabalha como entregador e não possui antecedentes. As investigações da polícia continuam, com oito suspeitos já identificados.

Família de Flávio Ferreira afirma que ele estava em Grajaú no dia da morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes.
A família de Flávio Henrique Ferreira de Souza, de 24 anos, investiga seu possível envolvimento na morte do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes. A família afirma que ele estava no Grajaú, na Zona Sul da capital, no dia do crime, ocorrido em 15 de setembro.
O crime e a investigação
Ruy Ferraz Fontes, conhecido por seu trabalho no combate ao PCC, foi executado em Praia Grande durante uma emboscada, cercado por três carros com ao menos seis criminosos. A Polícia Civil informou que digitais de Flávio foram encontradas em um Jeep Renegade utilizado no crime. A Justiça decretou sua prisão temporária, mas ele permanece foragido.
Defesas da família
A mãe de Flávio, que pediu para não ser identificada, defende a inocência do filho, que é entregador autônomo e não possui antecedentes criminais. Ela destaca que Flávio estava com a filha no fim de semana anterior ao crime e que câmeras de segurança registraram sua presença no Grajaú no dia dos disparos. Às 18h16, o ex-delegado foi alvo dos primeiros disparos, a mais de 70 quilômetros de distância.
Linhas de investigação
As autoridades trabalham com duas hipóteses sobre o assassinato de Ruy: a primeira é que ele foi alvo do PCC devido ao seu histórico de combate à facção; a segunda, que ele pode ter sido vítima de uma emboscada relacionada ao seu trabalho como secretário de Administração em Praia Grande. O caso segue sob investigação, com a polícia já identificando oito suspeitos, sendo quatro deles presos.
Até o momento, as investigações ainda não esclareceram como o material genético de Flávio foi encontrado no veículo utilizado no crime.
Notícia feita com informações do portal: g1.globo.com










