O Santos formalizou uma reclamação junto à Comissão de Arbitragem da CBF sobre a atuação da arbitragem na partida contra o Atlético-MG, que terminou empatada em 1 a 1. O foco principal da queixa foi o lance polêmico envolvendo Neymar, no qual o clube alega ter havido um pênalti não assinalado. O executivo de futebol do Santos, Alexandre Mattos, representou o clube na reunião.
Durante o encontro, a argumentação de Mattos encontrou respaldo entre os membros da Comissão. Surpreendentemente, três dos quatro árbitros presentes admitiram que, se estivessem no comando da partida, teriam marcado a penalidade a favor do Santos. Rodrigo Cintra, presidente da Comissão, foi um dos que concordaram com a visão do clube paulista.
O lance controverso ocorreu quando Neymar caiu na área após contato com Gustavo Scarpa. O árbitro Bruno Arleu de Araújo optou por não marcar a falta, e o VAR, sob a responsabilidade de Wagner Reway, também não interveio na decisão. A não marcação gerou grande indignação por parte da diretoria santista.
Antes da reunião na CBF, o presidente do Santos, Marcelo Teixeira, já havia expressado publicamente sua insatisfação com a arbitragem. Em entrevista ao programa “Seleção SporTV”, Teixeira questionou os critérios adotados nos últimos jogos do clube, afirmando: “O Santos tem sido muito prejudicado… Foi um pênalti claríssimo no Neymar”.
Teixeira ainda enfatizou a necessidade de melhorias na arbitragem, defendendo o uso correto dos recursos tecnológicos disponíveis. “Se você tem um recurso tecnológico, tem que ao menos chamar o árbitro para avaliar. Esperamos que os erros não interfiram diretamente nos resultados”, concluiu o presidente, demonstrando a preocupação do clube com a qualidade da arbitragem.
Fonte: http://www.oliberal.com










